domingo, 18 de janeiro de 2015

ODARA: Conheça o artista que faz uma homenagem as mulheres negras de todo o Brasil

ODARA: Conheça o artista que faz uma homenagem as mulheres negras de todo o Brasil
por Diane Lima
Foi conhecendo os talentos da Feira Preta com nossa amiga e colaboradora Juliana Luna, nome que anda inspirando e fazendo a cabeça de meninas negras de todo o mundo e que também está nos recebendo aqui no Rio de Janeiro para uma missão que resume muito de tudo o que falamos sobre ser mulher, negra e criativa NoBrasil (logo, logo muitos detalhes!) que nos deparamos com o trabalho incrível do Muha Bazila, um baiano de 24 anos que de cara, nos encantou. Tendo como referência e musa sua própria mãe, a militante e pesquisadora Maria Luiza Junior, Muha que desenha desde pequeno criou a série de pinturas Odara que tem como objetivo, valorizar e celebrar a beleza de nós mulheres negras em traços que são pura poesia.
Contemporâneo ao mixar referências de beleza, moda e atitude nos conectando ainda com a nossa ancestralidade, Odara nos deixa um recado sobre a importância de ocupar espaços e criar diálogos que reforçam o posicionamento sobre como queremos e podemos ser representadas.
Que sejamos cada vez mais exemplos de auto-estima e empoderamento umas das outras.
Confere a entrevista:
NoBr: Muha, conta um pouco ! De onde você é, quantos anos e como chegou na pintura/arte?
Eu nasci em Salvador em 17/02/90 e tenho 24 anos. Desenho desde pequeno e provavelmente o desenho foi a primeira atividade que me encantei. Quando criança, aos 7 anos, já em Brasília, entrei para uma aula de desenho e pintura pela primeira vez, fiz 1 ano, depois outro ano de pintura a óleo quando voltei a Salvador, aos 10 anos. Depois passei um longo período desenhando e pintando esporadicamente. Foi no segundo ano de faculdade de Arquitetura e Urbanismo na UNB, que voltei a desenhar com frequência inspirado em uma professora que além de arquiteta era artista plástica também, a Dulce Schunk.
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No Brasil: No seu trabalho a relação com a representatividade da cultura negra é sempre presente. Pode falar um pouco da pesquisa e das referências que te direcionam?
Comecei pensando em uma forma de representar os cabelos afros. Por uma preferencia estética. O resultado acabou surpreendendo, além dos elogios pelo trabalho percebi uma reação positiva aos questionamentos gerados pelas sequencias de mulheres negras. Foi aí que decidi seguir por essa linha inicialmente. Fui criado em meio a militância, minha mãe, Maria Luiza Junior, é militante e pesquisadora de temas raciais. Hoje em dia esse convívio com a militância também se reflete em boa parte de minhas amizades. Por todo esse histórico sei da importância de estar sempre nos valorizando. O trabalho que faço acredito ser uma forma de contribuir para a valorização da estética negra. Acho importante valorizar esteticamente a mulher negra, sem necessariamente a sexualizar. Valorizar o cabelo afro, sem o carnavalizar. A escolha do nome ODARA para série de mulheres negras traz um pouco da intenção de exaltar sua beleza. Para meus trabalhos possuo um banco de imagens de referencias de modelos, com características que abordo em meu trabalho.

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3) Projetos futuros, planos e alguma novidade que possa nos contar?
Pretendo continuar com a série Odara mas talvez seja a hora dos rapazes também….. Outro objetivo é retratar o Brasil, da forma que eu vejo. Axé!

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Fonte: Leia a matéria completa em: ODARA: Conheça o artista que faz uma homenagem as mulheres negras de todo o Brasil - Geledés 
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

A salvação da humanidade está nas mãos da Mulher

"Lembre-se: a união amorosa da mão do homem com a da mulher é o elo que lhes permitirá entrar em contato com o universo. Porque quando a mão do homem toca a mão da mulher, está tocando o caminho que conduz a eternidade".

A salvação da humanidade está nas mãos da mulher que reconhece o seu próprio poder, e se encontra com outras mulheres, para unidas salvar a terra.
Em sua longa jornada de aprendizado a mulher será capaz de encontrar a sua força de vontade, coragem, conhecimento e energia necessária para mudar o curso de sua história, tornando cada dor, cada solidão, cada tristeza, um mundo de alegria, de amizade e realização.
Como se aprende a ser uma mulher de verdade?
Estudando atentamente a natureza. 
A verdadeira mulher se descobre na sua verdade e segue o seu caminho plenamente consciente de si mesma.
A arma mais poderosa de uma mulher é a sua energia interior, que protege tanto a ela como tudo o que ela ama.
É por essa razão que terá que aprender a descer ao seu mundo interior: só quando você descobre a sua verdadeira essência, você poderá usar toda a sua energia interior.

Um homem que está perto de uma verdadeira mulher, torna-se divino!
Para descobrir os mistérios da divindade, o homem deve penetrar no coração da mulher, porque a Pachamama quer aquilo que a mulher deseja.
Se a Pachamama é o amor, também a mulher é. 
O homem deve considerar as mulheres como a versão da Natureza criadora cuja moral se baseia no respeito à vida.
Através da mulher o homem pode alcançar o Absoluto, é por isso que é tão importante para ela direcionar a sua própria energia. Se você pode construir essa ponte de energia, o homem saberá que ela é o caminho capaz de conduzi-lo para a divindade.

"O profezia da curandeira" Hernan Huarache Maman



sábado, 1 de novembro de 2014

FILOSOFIA E CINEMA – NAS SUAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS CULTURAIS



FILOSOFIA E CINEMA – NAS SUAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS CULTURAIS



A partir de uma linguagem simples, porém técnica e científica, o projeto pretende difundir o conhecimento filosófico informalmente através do cinema e de documentários temáticos. Palco para debates e questionamentos críticos e reflexivos.

Participe e traga seu coletivo, escola, etc.
Com Rafael Torres (Pólo Monte Zion) 


Dia 5/11 | DOCUMENTÁRIO: PHATYMA
Moçambique, 2010, 9 Min. e 49 seg.
Roteiro: Paulina Chiziane Direção Luiz Cha.
Trilha sonora: pelo reggaeman moçambicano Ras Haitrm.ves.
Gênero: Literatura Africana.
De acordo com o blog Cinema Africano, o curta “propõe um diálogo entre o passado e o futuro, ou melhor, entre o tradicional e o moderno. Além disso, aponta para a questão da educação no processo de formação das mulheres em Moçambique. O papel do conhecimento nesse processo”.
Phatyma – personagem criada por Paulina Chiziane mostra uma menina que vive no sul de Moçambique e traz suas reflexões acerca da vontade de conseguir unir harmonicamente suas tradições com a necessidade de modernizar-se.
Livre para todos os públicos.

DOCUMENTÁRIO: PIERRE VERGER: MENSAGEIRO ENTRE DOIS MUNDOS
Brasil, 1999, 83 min.
Direção: Lula Buarque de Hollanda. Atores: Jorge Amado, Maurice Baquet, Mestre Braga, Mestre Zé, Gilberto Gil.
Narração e Apresentação: Gilberto Gil.
Distribuição: Europa Filmes.
Produção: Conspiração Filmes, Gegê Produções, GNT Globosat.
Gênero: Religiosidades de Matrizes Africanas, Identidades.
Um documentário sobre a vida e a obra do fotógrafo e etnógrafo francês Pierre Verger, narrado e apresentado por Gilberto Gil. Após viajar ao redor do mundo, em 1946, Pierre Verger radicou-se em Salvador, Bahia, onde passou a estudar as relações e as influências culturais mútuas entre o Brasil e o Golfo do Benin, na África. O filme inclui a última entrevista de Pierre Verger (filmada um dia antes de seu falecimento, em fevereiro de 1996), extenso material fotográfico e textos produzidos por Verger ao longo de sua vida, além de depoimentos de pessoas que conviveram com ele, como Jorge Amado.
Livre para todos os públicos.


FILME: KIRIKOU E OS ANIMAIS SELVAGENS
França, 2005, 74min.
Dirigido por Bénédicte Galup e Michel Ocelot.
Gênero: Animação Aventura Família.
O avô de Kirikou (Pierre-Ndoffé Sarr) conta das desventuras do garoto, cuja altura não alcança nem o joelho de uma pessoa adulta. Entre elas o avô conta como Kirikou aprendeu a ser jardineiro, detetive, artesão, doutor, comerciante e viajante percorrendo os diversos recantos da África.
Livre para todos os públicos.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

FILOSOFIA E CINEMA





A partir de uma linguagem simples, porém técnica e científica, o projeto pretende difundir o conhecimento filosófico informalmente através do cinema e de documentários temáticos. Palco para debates e questionamentos críticos e reflexivos sobre temas como: ética, direito e política; liberdade e justiça social; ação humana; valores e a fundamentação da moral; religião, razão e fé; psique – análise e psiquiatria e indústria farmacêutica. Participe e traga seu coletivo, escola, etc.

Com Rafael Torres (Pólo Monte Zion) 

Dias 8 e 22/10, quartas, das 15h às 21h. Foyer.

Não é necessário retirar ingresso.

Dia 8/10

DOC: A CARNE É FRACA

Direção: Denise Gonçalves Roteirista: Nina Rosa Jacob. 2004, Brasil, 54 min.

Trilha: Gustavo Martinelli. Produzido: Instituto Nina Rosa

O documentário “A carne é fraca” foi produzido em 2005 pelo Instituto Nina Rosa a fim de provocar uma reflexão sobre as consequências do consumo da carne, sejam elas ambientais, sociais ou questões que envolvem a saúde humana e direitos animais.

Alimentação, Crueldade animal.

Livre para todos os públicos.

FILME: MARY AND MAX

Direção: Adam Elliot. 2009, Austrália, 92 min.

O filme é uma viagem que explora a amizade, o autismo, o alcoolismo, de onde vêm os bebês, a obesidade, a cleptomania, a diferença sexual, a confiança, diferenças religiosas e muito mais.

Animação, comédia, drama.

Não recomendado para menores de 12 anos.

Dia 22/10

DOC: TERRÁQUEOS

Direção: Shaun Monson. 2005, EUA, 95min.

Elenco original: Joaquin Phoenix.

É um filme-documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em relação aos animais (para estimação, alimentação, vestuário, diversão e desenvolvimento científico), mas também ilustra o completo desrespeito para com os assim chamados “provedores não-humanos”. Alimentação, crueldade animal.

Livre para todos os públicos.

FILME: FREUD ALÉM DA ALMA

Direção: John Huston. 1962, EUA, 139min.

Na época retratada a maioria dos colegas de Freud se recusavam a tratar dos casos de histeria por acreditar que tudo não passava de fingimento dos pacientes para chamar atenção. Mas Freud não achava isso e passou a aplicar a técnica da hipnose, que viria a se tornar uma prática no tratamento psiquiátrico.

Não recomendado para menores de 16 anos.


Evento Facebook: https://www.facebook.com/events/261808690694918/?context=create&previousaction=create&ref_dashboard_filter=upcoming&source=49&sid_create=1168106963

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Filosofia e Cinema – Nas suas Múltiplas Linguagens Culturais

POLO MONTE ZION EM PARCERIA COM O CCJ CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SÃO PAULO
APRESENTA:
Filosofia e Cinema – Nas suas Múltiplas Linguagens Culturais




AGOSTO


1º Quinzena 
dia 13 quarta feira



DOC: A Ultima Hora, EUA, 2007 (1h35min) Dirigido por: Nadia Conners, Leila Conners Petersen
Roteiro com Leonardo Di Caprio (Narrador), Jeremy Jackson, Michael Lerner
Gênero: Globalização, Capitalismo, Economia Mundial, Aquecimento Global          Faixa Etária: Livre




FILME: CHE (Part One), 2008, (2h6min);
Dirigido por Steven Soderbergh, França, EUA, Espanha Distribuidor EUROPA FILMES
Gênero: Guerrilha, Drama, Ditadura Militar, História America Latina.                Faixa Etária: 12 anos





2º Quinzena 
dia 27 quarta feira



DOC: O Aborto dos Outros, Brasil, 2008, 73min. Direção: Carla Gallo
Gênero: Violência contra a Mulher, Políticas Publicas, Direitos Humanos.     
 Faixa Etária: 12 anos






FILME: O Mundo de Sofia 1999, 200min. Diretor: Erik Gustavson. Produção: Noruega, Suécia
Gênero: Filosofia Infantil e Juvenil                                 Faixa Etária: Livre

LOCAL: CCJ - CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE "RUTH CARDOSO"
Secretaria Municipal de Cultura
Prefeitura do Município de São Paulo
Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 - Vila Nova Cachoeirinha
02721-200 - São Paulo - SP
(11) 3984-2466 | ccj.art.br | comunica@ccj.art.br

CCJ: http://ccjuve.prefeitura.sp.gov.br/event/filosofia-e-cinema/
Facebook:https://www.facebook.com/events/1464600780457396/?context=create&ref_dashboard_filter=upcoming&source=49

quinta-feira, 19 de junho de 2014

FILOSOFIA E CINEMA: nas suas Múltiplas Linguagens Culturais.



POLO MONTE ZION EM PARCERIA COM O CCJ CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SÃO PAULO
APRESENTA:


FILOSOFIA E CINEMA: Nas suas Múltiplas Linguagens Culturais

A partir de uma linguagem simples, porém técnica e científica, o projeto pretende difundir o conhecimento filosófico informalmente através do cinema e documentários temáticos, como palco para debates e questionamentos críticos e reflexivos sobre temas como: ética, direito e política; liberdade e justiça social; ação humana; valores e a fundamentação da moral; religião, razão e fé; psique - análise e psiquiatria e indústria farmacêutica.
Participe e traga seu grupo, coletivo, escola, etc.

Com Rafael Torres (Pólo Monte Zion). 











JULHO
Dias 2, 16 e 30/07, quartas, das 15h às 21h30. Foyer.

Datas para Escolas e Centros Culturais que culminam nos temas:

04 - Dia do Cooperativismo;
09 - Dia da Revolução Constitucionalista de 1932;
25 - Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha.

1º Quinzena dia 02 de Junho quarta feira



DOC: “Blue Eyed”- Olhos Azuis, EUA, 1996, 93 min. Exercício de: Jane Elliott
Este premiado documentário de 1968 sobre racismo demonstra a segregação pela cor dos olhos a Fundamentação irracional da Moral e os Valores que determinam o agir social perante os negros nos EUA após o assassinato de Martin Luther King há 40 anos.
Gênero: Racismo, Política, Sociedade, Ética.                                                Faixa Etária: 12 anos



FILME: A Rainha do Sol, França, 2007, 74min. Direção: Philippe Lecrerc Estúdio: Focus
Este filme cheio de aventura e ensinamentos demonstra a Justiça Social como a Liberdade, que unirá os personagens num pano de fundo antropologicamente magnífico pelo deserto do Egito.
Gênero:Infantil                                                                
Faixa Etária: Livre


2º Quinzena dia 16 de Julho quarta feira



DOC: Capitalismo: uma História de Amor, 2009, EUA, 127 minutos
O documentário explora as raízes da crise financeira global de 2008, no período de transição entre a saída de George Bush e a posse de Barack Obama no governo dos EUA, as falcatruas políticas e econômicas como a Ordem Criminosa Mundial criada ganância e ambição.
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures Brasil Direção: Michael Moore.
Gênero: Globalização, Capitalismo, Política Econômica Mundial                                 Faixa Etária: 12 anos




FILME: Panteras Negras 1995, EUA, Reino Unido, 2horas 4minutos,
Este filme difunde fortemente questões como Ética, Direito e Política, relata a intolerância racial criada arbitrariamente resultando desigualdades que serão enfrentadas pelo uso das próprias Leis.
Dirigido por Mario Van Peebles Roteiro com Kadeem Hardison, Bokeem Woodbine, Joe Don Baker
Gênero: Drama, Discriminação Racial, História Política Americana.                 Faixa Etária: 12 anos

3º Quinzena dia 30 de Julho quarta feira




DOC: Vista a Minha Pele, Brasil, 2004, 15 Minutos.
Através da inversão de valores, os papeis são invertidos e numa situação de preconceito e intolerância racial, os Valores e a Fundamentação da Moral é descrita e a reflexão esteticamente se inicia. 
CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades.
Argumento: Maria Aparecida Bento Coordenação geral : Hédio Silva Jr.
Roteiro: Joel Zito Araújo & Dandara Direção: Joel Zito Araújo
Gênero: Ficcional-Educativo        Faixa Etária: Livre



DOC: Os Zapatistas (1999) EUA, 55 min. Produção: Big Noise. Direção: Benjamin Eichert, Rick Rowley.
Eles representam o inconformismo de uma população decorrente do Acordo de Livre Comércio, descrevendo a necessidade que nos implica a refletir a Ética Direitos Humanos, Política Mundial e Justiça Social como lição de Vida Cultura e Educação de um povo.
Gênero: Globalização, Capitalismo, Corporativismo Econômico Mundial                        Faixa Etária: 12 anos



FILME: Cidade do Silêncio, 2006, EUA, 112 min. Dirigido por Gregory Nava
Representa a importância de refletir o papel da Mulher Negra Latina e Caribenha neste 25 de Julho, realçando a Ação Humana, Liberdade e Justiça Social corrompida por corporações capitalistas no México.
Gênero: Drama Mistério Policial Suspense, Globalização, Capitalismo                          Faixa Etária: 16 anos

terça-feira, 20 de maio de 2014

FILOSOFIA E CINEMA: nas suas Múltiplas Linguagens Culturais.

POLO MONTE ZION EM PARCERIA COM O CCJ CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SÃO PAULO
APRESENTA


FILOSOFIA E CINEMA: nas suas Múltiplas Linguagens Culturais.
Filmes:

 Documentários:


 

Salve a tod@s, Damos Graças a Vida.

FILOSOFIA E CINEMA: nas suas Múltiplas Linguagens Culturais. 

A partir de uma linguagem simples, porém técnica e científica, o projeto pretende difundir o conhecimento filosófico informalmente através do Cinema e Documentários Temáticos, como palco para Debates e Questionamentos críticos e reflexivos sobre temas como: Ética, Direito e Política; Liberdade e Justiça Social; A Ação Humana; Os Valores e a Fundamentação da Moral; Religião, Razão e Fé; Psique - Análise e Psiquiatria e Indústria Farmacêutica.
Participe e traga seu grupo, coletivo, escola, etc.
Com Rafael Torres (Pólo Monte Zion).


JUNHO

1º Quinzena dia 04 quarta feira


DOC: Brasil Orgânico, Brasil, 2013, 58 min. 
Diretor: Kátia Klock e Lícia Brancher
Gênero: Alimentação, Economia Solidária, Comércio Justo e Solidário, Agroecologia       
Faixa Etária: Livre

FILME: Kirikou e a Feiticeira, 1998, 
Bélgica, França e Luxemburgo, 74 min. 
Dirigido por Michel Ocelot.
                               Gênero: Animação Aventura                                                                  Família Fantasia                                              
Faixa Etária: Livre

2º Quinzena dia 18 quarta feira


DOC: Quebrando o Tabu, Brasil, 2011, 80 min. 
Dirigido por Fernando Grostein Andrade
Gênero: Políticas para as Drogas no Mundo, Estudos Científicos.                                 
Faixa Etária: 16 anos

FILME: Gandhi, 
Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, 1982, 191 min.
Dirigido por Richard Attenborough. Roteiro: Bhanu Athaiya Bhanu Athaiya John Briley John Briley John Mollo John Mollo Ronnie (I) Taylor Ronnie (I) Taylor

Gênero: Biografia, Drama, Política e História Indiana, Cultura de Paz (Pacifismo), Fé.        
Faixa Etária: Livre

https://www.facebook.com/ccjuventude?fref=ts














Mais Fotos:https://www.facebook.com/montezioncooperativadecultura/media_set?set=a.1462807607286113.1073741847.100006706631922&type=3

domingo, 11 de maio de 2014

Dia 11 de Maio Dia Nacional do Reggae






AGENDE_SE
Lei 12.630/2012 que institui Dia 11 de MAIO DIA Nacional do Reggae.
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17/05/2014-SHOW REPÚBLICA DA PAZ-Bairro da Paz-Salvador-BA CONFIRMADO.
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18/05/2014- Reggae Soul FESTIVAL-Local PARQUE DA CIDADE.
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21/05/2014- REGGAE NO MUSEU/LOCAL Museu Afro-Terreiro de Jesus-PELOURINHO.Salvador-BA.
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24/05/2014- BOB VIVE "ELAS CANTAM BOB" Local PRAÇA TEREZA BATISTA.(Aspiral do Reggae Banda Apoio).
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31/05/2014- Comemoração de 16 anos da Assoc.Cultural ASPIRAL DO REGGAE.
LOCAL A CONFIRMAR.
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"CANTO,O CANTO NÃO PODE PARAR"...

Kamaphew Tawá Music.
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http://www.reverbnation.com/kamaphewtawaeaspiralreggaeband



segunda-feira, 5 de maio de 2014

Formação e um diálogo com Paul Singer, um momento único, coerente na construção de uma Produção Cultural Justa Ética e Solidária

Josiane Mota (Educadora de Arte-Capoeira), Juliana Queiroz dos Santos (Filosofa Gestora Polo Monte Zion e Jovem Monitora Cultural CCJ) Paul Singer (Secretário Nacional de Economia Solidária - Ministério do Trabalho e Emprego) Rafael Torres (Educador/Magistério Produtor Coordenador Polo Monte Zion) Jennifer Rufino (Raper Educadora Publicitária Coordenadora Polo Monte Zion e Jovem Monitora Cultural CCJ) e Melissa Gonçalves "Mell" (Fotógrafa Educadora e Jovem Monitora Cultural CCJ). Fotografia: Nataly Cano (Gestora Polo Monte Zion)
Fotografia: Nataly Cano ( Gestora Polo Monte Zion)

Ação Educativa e CCJ - Formação Jovens Monitores Culturais - Parceria Polo Monte Zion
Conquista de Direitos, Autonomia,

Independência e Responsabilidade Social.
Auto-Gestão Propriedade Coletiva do Capital;
Empreendimento Econômico Social;

Carta de Gestão Participativa;

Através de muitos avanços significativos na estrutura de Produção de Cultura, como o apropriamento de tecnologia de produção cultural que parte de um grande movimento da Cena Independente no Brasil. A discussão máxima sobre as questões que alteram filosoficamente a produção é a competitividade criada pelo capitalismo, afetando os modos de produção como principalmente descaracterizando o significado que exerce na civilização Humana á expressão da cultura, e em seu pior estágio como produto.
Mas como enfrentar essa falsa escassez de recursos para produzir e seguir rumo ao desenvolvimento de nossas Autônomas, Independentes, Organizações de pessoas e Serviços?
Para isto buscamos direitos, pois eles significam o poder que assim emanaria do povo.Art.1. Para que está ordem econômica seja realizada substituiremos o lucro “usura”, por distribuição de renda igualitária e justa, eliminaremos um diretor ou patrão “proprietário das atividades intelectuais, produtos, marcas e expressões imateriais”, criaremos Gestores (as), Coordenadores (as) e assim selaremos a produção sustentável alavancando ainda mais o trabalho de conscientização ambiental e seus meios e modos de produção. Eliminando o lucro ou “usura” iremos eliminar o capitalismo, ou seja, Competição, Exploração, Desigualdade e Pobreza tornando-nos responsáveis pelo desenvolvimento global do SER, desenvolveremos Políticas verdadeiramente Publicas e para isso não só teremos o direito, como administraremos de forma Justa, Ética e Solidária, onde todos (as) os assim associados que desejem construir um Mundo Melhor, por assim inicia também sua parte na História, resgatando todos os nossos sonhos que ficaram esquecidos na historia da civilização humana.
A este modo os Gestores (as), Coordenadores (as) decidiram em encontros, os caminhos mapeando estrategicamente a ajuda mutua para com todas as produções, produtores e educadores. Criando uma rede determinada a produzir coletivamente dentro de uma programação de Práxis Pedagógica Autônoma, Participativa, Alterativa, Alternativa e Contestatória acima de tudo. O principio básico é dar direitos como Comunidade que se desenvolve em Cadeias Produtivas Livres que respeitam a diversidade e a especificidade de cada grupo ou pessoa.
De que forma poderíamos desenvolver essas ações em conjunto e em parceria?
Quando alcançamos a problemática maior que fere as produções e corrompe o sistema só existe uma única resposta, assumir que todo o Sistema por mais que tenha em suas Leis caráter que propriamente conduziria a liberdade, nossa Republica Federativa do Brasil é democratizada pela Ditadura Capitalista, e traça seu curso através do sistema Corporativo de Comércio Mundial acompanhando a tendência a Globalização, administrada através da Heterogestão, entre os quais as informações e consultas fluem de baixo para cima e as ordens e instruções de cima para baixo, os (as) trabalhadores (as) que tem pouco, sabem muito pouco além do necessário, implicando em uma serie de subdesigualdades. A competição gritante entre setores e grupos rivais embora sempre vise aumentar a lucratividade do conjunto pode prejudicar todo o sistema sobre tudo se alguns setores sonegarem informações estratégicas as setores rivais para enfraquecê-los.
Através de uma industrialização do simbólico para o mercado, o objeto propriamente é a mão de obra e o saber como a Arte e o Intelecto Criativo ao domínio e submissão, agregando valor de mercado como alteram os modos como altera de uma maneira caótica o significado da cultura enquanto sujeito em todo o seu agir social e individual. Limitando a imaginação criativa e critica ao desenvolvimento publicitário das produções em forma de produto final por assim dizer. Como enfrentar tudo isso?
Eliminando o lucro ou “usura”, substituindo a Ordem Econômica Capitalista pela Economia Solidária, eliminaria a diretoria heterogenia pela Auto Gestão estabelece uma ordem justa e responsável respeitando a liberdade individual, desenvolvendo e resgatando os princípios de “Comunidade”, que significa termos um objetivo em comum, o Bem de todos (as). Substituir a democracia de sociedade que admite ser explorada, pela real aventura para verdade, justiça, igualdade, liberdade, respeito à natureza e étnica, direitos e poderes legitimamente estabelecidos pela Secretária de Economia Solidaria (Ministério do Trabalho), Estatuto da Igualdade Racial, o recém sancionado Estatuto da Juventude – Seção III do Trabalho ao desenvolvimento de incubadora e agrupamentos solidários, pela participação efetiva e política das Mulheres e seus poderes estabelecidos na Lei Maria da Penha e a Secretária para Mulher. A total garantia de Cultura e Educação que define fundos de investimentos pela União, como atualmente o Sistema Nacional de Cultura (Ministério da Cultura), que cobra e implementa ações para o desenvolvimento da Gestão Democrática, e a parceria colaborativa entre as Secretarias do nível Municipal, Estadual e Federal, podendo e desenvolvendo a nível Internacional, tudo estabelecido e garantido legitimamente na Constituição da Republica Federativa do Brasil.
Pela imensa importância de substituir a Desordem Econômica, daremos direitos assegurados de poder e de uma ordem solidaria e justa, acabando e superando os obstáculos dessa máxima problemática manipuladora. Seguindo rumo ao desenvolvimento em Cadeia de Produção Nacional, trocar e partilhar principalmente para as regiões Indígenas, Quilombolas, Comunidades Rastafari, Favelas e Guetos, ao fortalecimento Construtivo, Autônomo, Livre e que conduz para responder a questões filosóficas do nosso tempo moderno e contemporâneo por assim dizer darmos a muito outros passos que nos ligam de uma tal forma muito mais humana, verdadeira e justa.
Estas são as reais formas de produção justa e solidaria e também Objetivos do Milênio, desde então pelo desenvolvimento da própria Humanidade, transportaremos nosso olhos para os reais problemas, e partilhando deste saber daremos base para muitos ativistas humanitários que encontraremos no caminho. Lutaremos pela substituição á Ordem Criminosa Capitalista Mundial, pela Autonomia, Independência e Responsabilidade, únicas bases de trabalho que são verdadeiramente Auto-Gestionárias e que será capaz de construir uma realidade onde exista verdadeiramente em todo o seu Ser á Cidadania e Dignidade.



Texto: Rafael Emidio Torres

Gestor e Coordenador Associado Livremente- Pólo Monte Zion