Cooperativa de Cultura na Economia Solidária: Entende-se por empreendimento econômico solidário aquela atividade econômica de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizado sob a forma de autogestão. Os empreendimentos solidários distinguem-se dos empreendimentos capitalistas porque tem uma gestão democrática, relações intersubjetivas de trabalho, trabalho em rede, participação cidadã, mutualismo, respeito aos direitos sociais e trabalhistas e superação do trabalho alienado.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
FILOSOFIA E CINEMA
A partir de uma linguagem simples, porém técnica e científica, o projeto pretende difundir o conhecimento filosófico informalmente através do cinema e de documentários temáticos. Palco para debates e questionamentos críticos e reflexivos sobre temas como: ética, direito e política; liberdade e justiça social; ação humana; valores e a fundamentação da moral; religião, razão e fé; psique – análise e psiquiatria e indústria farmacêutica. Participe e traga seu coletivo, escola, etc.
Com Rafael Torres (Pólo Monte Zion)
Dias 8 e 22/10, quartas, das 15h às 21h. Foyer.
Não é necessário retirar ingresso.
Dia 8/10
DOC: A CARNE É FRACA
Direção: Denise Gonçalves Roteirista: Nina Rosa Jacob. 2004, Brasil, 54 min.
Trilha: Gustavo Martinelli. Produzido: Instituto Nina Rosa
O documentário “A carne é fraca” foi produzido em 2005 pelo Instituto Nina Rosa a fim de provocar uma reflexão sobre as consequências do consumo da carne, sejam elas ambientais, sociais ou questões que envolvem a saúde humana e direitos animais.
Alimentação, Crueldade animal.
Livre para todos os públicos.
FILME: MARY AND MAX
Direção: Adam Elliot. 2009, Austrália, 92 min.
O filme é uma viagem que explora a amizade, o autismo, o alcoolismo, de onde vêm os bebês, a obesidade, a cleptomania, a diferença sexual, a confiança, diferenças religiosas e muito mais.
Animação, comédia, drama.
Não recomendado para menores de 12 anos.
Dia 22/10
DOC: TERRÁQUEOS
Direção: Shaun Monson. 2005, EUA, 95min.
Elenco original: Joaquin Phoenix.
É um filme-documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em relação aos animais (para estimação, alimentação, vestuário, diversão e desenvolvimento científico), mas também ilustra o completo desrespeito para com os assim chamados “provedores não-humanos”. Alimentação, crueldade animal.
Livre para todos os públicos.
FILME: FREUD ALÉM DA ALMA
Direção: John Huston. 1962, EUA, 139min.
Na época retratada a maioria dos colegas de Freud se recusavam a tratar dos casos de histeria por acreditar que tudo não passava de fingimento dos pacientes para chamar atenção. Mas Freud não achava isso e passou a aplicar a técnica da hipnose, que viria a se tornar uma prática no tratamento psiquiátrico.
Não recomendado para menores de 16 anos.
Evento Facebook: https://www.facebook.com/events/261808690694918/?context=create&previousaction=create&ref_dashboard_filter=upcoming&source=49&sid_create=1168106963
terça-feira, 2 de setembro de 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Filosofia e Cinema – Nas suas Múltiplas Linguagens Culturais
POLO MONTE ZION EM PARCERIA COM O CCJ CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SÃO PAULO
APRESENTA:
Filosofia e Cinema – Nas suas Múltiplas Linguagens Culturais
AGOSTO
1º Quinzena
dia 13 quarta feira
DOC: A Ultima Hora, EUA, 2007 (1h35min) Dirigido por: Nadia Conners, Leila Conners Petersen
Roteiro com Leonardo Di Caprio (Narrador), Jeremy Jackson, Michael Lerner
Gênero: Globalização, Capitalismo, Economia Mundial, Aquecimento Global Faixa Etária: Livre
FILME: CHE (Part One), 2008, (2h6min);
Dirigido por Steven Soderbergh, França, EUA, Espanha Distribuidor EUROPA FILMES
Gênero: Guerrilha, Drama, Ditadura Militar, História America Latina. Faixa Etária: 12 anos
2º Quinzena
dia 27 quarta feira
DOC: O Aborto dos Outros, Brasil, 2008, 73min. Direção: Carla Gallo
Gênero: Violência contra a Mulher, Políticas Publicas, Direitos Humanos.
Faixa Etária: 12 anos
FILME: O Mundo de Sofia 1999, 200min. Diretor: Erik Gustavson. Produção: Noruega, Suécia
Gênero: Filosofia Infantil e Juvenil Faixa Etária: Livre
LOCAL: CCJ - CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE "RUTH CARDOSO"
Secretaria Municipal de Cultura
Prefeitura do Município de São Paulo
Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 - Vila Nova Cachoeirinha
02721-200 - São Paulo - SP
(11) 3984-2466 | ccj.art.br | comunica@ccj.art.br
CCJ: http://ccjuve.prefeitura.sp.gov.br/event/filosofia-e-cinema/
Facebook:https://www.facebook.com/events/1464600780457396/?context=create&ref_dashboard_filter=upcoming&source=49
quinta-feira, 19 de junho de 2014
FILOSOFIA E CINEMA: nas suas Múltiplas Linguagens Culturais.
POLO MONTE ZION EM PARCERIA COM O CCJ CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DE SÃO PAULO
APRESENTA:
FILOSOFIA E CINEMA: Nas suas Múltiplas
Linguagens Culturais
A partir de uma linguagem simples, porém técnica e
científica, o projeto pretende difundir o conhecimento filosófico informalmente
através do cinema e documentários temáticos, como palco para debates e
questionamentos críticos e reflexivos sobre temas como: ética, direito e
política; liberdade e justiça social; ação humana; valores e a fundamentação da
moral; religião, razão e fé; psique - análise e psiquiatria e indústria
farmacêutica.
Participe e traga seu grupo, coletivo, escola, etc.
JULHO
Dias 2, 16 e 30/07, quartas, das 15h às 21h30. Foyer.
Datas para
Escolas e Centros Culturais que culminam nos temas:
04 -
Dia do Cooperativismo;
09 - Dia
da Revolução Constitucionalista de 1932;
25 -
Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha.
1º Quinzena dia 02 de Junho quarta feira
DOC: “Blue Eyed”- Olhos Azuis, EUA,
1996, 93 min. Exercício de: Jane Elliott
Este premiado documentário de 1968 sobre racismo demonstra a
segregação pela cor dos olhos a Fundamentação irracional da Moral e os Valores
que determinam o agir social perante os negros nos EUA após o assassinato de
Martin Luther King há 40 anos.
Gênero: Racismo, Política, Sociedade, Ética.
Faixa Etária: 12 anos
FILME: A Rainha do Sol,
França, 2007, 74min. Direção: Philippe Lecrerc Estúdio: Focus
Este filme cheio de aventura e ensinamentos demonstra a
Justiça Social como a Liberdade, que unirá os personagens num pano de fundo
antropologicamente magnífico pelo deserto do Egito.
Gênero:Infantil
Faixa Etária: Livre
2º Quinzena dia 16 de Julho quarta feira
DOC: Capitalismo: uma História de Amor, 2009,
EUA, 127 minutos
O documentário explora as raízes da crise financeira global
de 2008, no período de transição entre a saída de George Bush e a posse de
Barack Obama no governo dos EUA, as falcatruas políticas e econômicas como a
Ordem Criminosa Mundial criada ganância e ambição.
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures Brasil Direção: Michael
Moore.
Gênero: Globalização, Capitalismo, Política Econômica
Mundial Faixa Etária: 12 anos
FILME: Panteras Negras 1995,
EUA, Reino Unido, 2horas 4minutos,
Este filme difunde fortemente questões como Ética, Direito e
Política, relata a intolerância racial criada arbitrariamente resultando
desigualdades que serão enfrentadas pelo uso das próprias Leis.
Dirigido por Mario Van Peebles Roteiro com Kadeem Hardison,
Bokeem Woodbine, Joe Don Baker
Gênero: Drama, Discriminação Racial, História Política
Americana. Faixa Etária:
12 anos
3º Quinzena dia 30 de Julho quarta feira
DOC: Vista a Minha Pele,
Brasil, 2004, 15 Minutos.
Através da inversão de valores, os papeis são invertidos e
numa situação de preconceito e intolerância racial, os Valores e a
Fundamentação da Moral é descrita e a reflexão esteticamente se inicia.
CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e
Desigualdades.
Argumento: Maria Aparecida Bento Coordenação geral : Hédio
Silva Jr.
Roteiro: Joel Zito Araújo & Dandara Direção: Joel Zito
Araújo
Gênero: Ficcional-Educativo Faixa Etária: Livre
DOC: Os Zapatistas (1999)
EUA, 55 min. Produção: Big Noise. Direção: Benjamin Eichert, Rick Rowley.
Eles representam o inconformismo de uma população decorrente
do Acordo de Livre Comércio, descrevendo a necessidade que nos implica a
refletir a Ética Direitos Humanos, Política Mundial e Justiça Social como lição
de Vida Cultura e Educação de um povo.
Gênero: Globalização, Capitalismo, Corporativismo Econômico
Mundial Faixa
Etária: 12 anos
FILME: Cidade do Silêncio, 2006,
EUA, 112 min. Dirigido por Gregory Nava
Representa a importância de refletir o papel da Mulher Negra
Latina e Caribenha neste 25 de Julho, realçando a Ação Humana, Liberdade e
Justiça Social corrompida por corporações capitalistas no México.
Gênero: Drama Mistério Policial Suspense, Globalização,
Capitalismo Faixa Etária: 16 anos
terça-feira, 20 de maio de 2014
FILOSOFIA E CINEMA: nas suas Múltiplas Linguagens Culturais.
Mais Fotos:https://www.facebook.com/montezioncooperativadecultura/media_set?set=a.1462807607286113.1073741847.100006706631922&type=3
domingo, 11 de maio de 2014
Dia 11 de Maio Dia Nacional do Reggae
AGENDE_SE
Lei 12.630/2012 que institui Dia 11 de MAIO DIA Nacional do Reggae.
**************************************************
17/05/2014-SHOW REPÚBLICA DA PAZ-Bairro da Paz-Salvador-BA CONFIRMADO.
**************************************************
18/05/2014- Reggae Soul FESTIVAL-Local PARQUE DA CIDADE.
**************************************************
21/05/2014- REGGAE NO MUSEU/LOCAL Museu Afro-Terreiro de Jesus-PELOURINHO.Salvador-BA.
**************************************************
24/05/2014- BOB VIVE "ELAS CANTAM BOB" Local PRAÇA TEREZA BATISTA.(Aspiral do Reggae Banda Apoio).
**************************************************
31/05/2014- Comemoração de 16 anos da Assoc.Cultural ASPIRAL DO REGGAE.
LOCAL A CONFIRMAR.
**************************************************
"CANTO,O CANTO NÃO PODE PARAR"...
Kamaphew Tawá Music.
**************************************************
http://www.reverbnation.com/kamaphewtawaeaspiralreggaeband
Marcadores:
Lei 12.630/2012 Dia Nacional do Reggae
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Formação e um diálogo com Paul Singer, um momento único, coerente na construção de uma Produção Cultural Justa Ética e Solidária
![]() |
| Fotografia: Nataly Cano ( Gestora Polo Monte Zion) |
![]() |
| Ação Educativa e CCJ - Formação Jovens Monitores Culturais - Parceria Polo Monte Zion |
Conquista de Direitos, Autonomia,
Independência e Responsabilidade Social.
Auto-Gestão
Propriedade Coletiva do Capital;
Empreendimento
Econômico Social;
Carta
de Gestão Participativa;
Através de muitos
avanços significativos na estrutura de Produção de Cultura, como o apropriamento
de tecnologia de produção cultural que parte de um grande movimento da Cena
Independente no Brasil. A discussão máxima sobre as questões que alteram
filosoficamente a produção é a competitividade criada pelo capitalismo, afetando
os modos de produção como principalmente descaracterizando o significado que
exerce na civilização Humana á expressão da cultura, e em seu pior estágio como
produto.
Mas como enfrentar essa
falsa escassez de recursos para produzir e seguir rumo ao desenvolvimento de
nossas Autônomas, Independentes, Organizações de pessoas e Serviços?
Para isto buscamos
direitos, pois eles significam o poder que assim emanaria do povo.Art.1. Para que está
ordem econômica seja realizada substituiremos o lucro “usura”, por distribuição
de renda igualitária e justa, eliminaremos um diretor ou patrão “proprietário
das atividades intelectuais, produtos, marcas e expressões imateriais”,
criaremos Gestores (as), Coordenadores (as) e assim selaremos a produção
sustentável alavancando ainda mais o trabalho de conscientização ambiental e
seus meios e modos de produção. Eliminando o lucro ou “usura” iremos eliminar o
capitalismo, ou seja, Competição, Exploração, Desigualdade e Pobreza
tornando-nos responsáveis pelo desenvolvimento global do SER, desenvolveremos
Políticas verdadeiramente Publicas e para isso não só teremos o direito, como
administraremos de forma Justa, Ética e Solidária, onde todos (as) os assim
associados que desejem construir um Mundo Melhor, por assim inicia também sua
parte na História, resgatando todos os nossos sonhos que ficaram
esquecidos na historia da civilização humana.
A este modo os Gestores
(as), Coordenadores (as) decidiram em encontros, os caminhos mapeando
estrategicamente a ajuda mutua para com todas as produções, produtores e
educadores. Criando uma rede determinada a produzir coletivamente dentro de uma
programação de Práxis Pedagógica Autônoma, Participativa, Alterativa,
Alternativa e Contestatória acima de tudo. O principio básico é dar direitos
como Comunidade que se desenvolve em Cadeias Produtivas Livres que respeitam a
diversidade e a especificidade de cada grupo ou pessoa.
De que forma poderíamos
desenvolver essas ações em conjunto e em parceria?
Quando alcançamos a
problemática maior que fere as produções e corrompe o sistema só existe uma
única resposta, assumir que todo o Sistema por mais que tenha em suas Leis
caráter que propriamente conduziria a liberdade, nossa Republica Federativa do
Brasil é democratizada pela Ditadura Capitalista, e traça seu curso através do
sistema Corporativo de Comércio Mundial acompanhando a tendência a
Globalização, administrada através da Heterogestão, entre os quais as
informações e consultas fluem de baixo para cima e as ordens e instruções de
cima para baixo, os (as) trabalhadores (as) que tem pouco, sabem muito pouco
além do necessário, implicando em uma serie de subdesigualdades. A competição
gritante entre setores e grupos rivais embora sempre vise aumentar a
lucratividade do conjunto pode prejudicar todo o sistema sobre tudo se alguns
setores sonegarem informações estratégicas as setores rivais para
enfraquecê-los.
Através de uma
industrialização do simbólico para o mercado, o objeto propriamente é a mão de
obra e o saber como a Arte e o Intelecto Criativo ao domínio e submissão,
agregando valor de mercado como alteram os modos como altera de uma maneira
caótica o significado da cultura enquanto sujeito em todo o seu agir social e
individual. Limitando a imaginação criativa e critica ao desenvolvimento publicitário
das produções em forma de produto final por assim dizer. Como enfrentar tudo
isso?
Eliminando o lucro ou
“usura”, substituindo a Ordem Econômica Capitalista pela Economia Solidária,
eliminaria a diretoria heterogenia pela Auto Gestão estabelece uma ordem justa
e responsável respeitando a liberdade individual, desenvolvendo e resgatando os
princípios de “Comunidade”, que significa termos um objetivo em comum, o Bem de
todos (as). Substituir a democracia de sociedade que admite ser explorada, pela
real aventura para verdade, justiça, igualdade, liberdade, respeito à natureza
e étnica, direitos e poderes legitimamente estabelecidos pela Secretária de
Economia Solidaria (Ministério do Trabalho), Estatuto da Igualdade Racial, o
recém sancionado Estatuto da Juventude – Seção III do Trabalho ao
desenvolvimento de incubadora e agrupamentos solidários, pela participação
efetiva e política das Mulheres e seus poderes estabelecidos na Lei Maria da
Penha e a Secretária para Mulher. A total garantia de Cultura e Educação que
define fundos de investimentos pela União, como atualmente o Sistema Nacional
de Cultura (Ministério da Cultura), que cobra e implementa ações para o
desenvolvimento da Gestão Democrática, e a parceria colaborativa entre as
Secretarias do nível Municipal, Estadual e Federal, podendo e desenvolvendo a
nível Internacional, tudo estabelecido e garantido legitimamente na
Constituição da Republica Federativa do Brasil.
Pela imensa importância
de substituir a Desordem Econômica, daremos direitos assegurados de poder e de
uma ordem solidaria e justa, acabando e superando os obstáculos dessa máxima
problemática manipuladora. Seguindo rumo ao desenvolvimento em Cadeia de
Produção Nacional, trocar e partilhar principalmente para as regiões Indígenas,
Quilombolas, Comunidades Rastafari, Favelas e Guetos, ao fortalecimento
Construtivo, Autônomo, Livre e que conduz para responder a questões filosóficas
do nosso tempo moderno e contemporâneo por assim dizer darmos a muito outros
passos que nos ligam de uma tal forma muito mais humana, verdadeira e justa.
Estas são as reais
formas de produção justa e solidaria e também Objetivos do Milênio, desde então
pelo desenvolvimento da própria Humanidade, transportaremos nosso olhos para os
reais problemas, e partilhando deste saber daremos base para muitos ativistas
humanitários que encontraremos no caminho. Lutaremos pela substituição á Ordem
Criminosa Capitalista Mundial, pela Autonomia, Independência e
Responsabilidade, únicas bases de trabalho que são verdadeiramente
Auto-Gestionárias e que será capaz de construir uma realidade onde exista
verdadeiramente em todo o seu Ser á Cidadania e Dignidade.
Texto: Rafael
Emidio Torres
Gestor e
Coordenador Associado Livremente- Pólo Monte Zion
sábado, 26 de abril de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
1º Encontro Fórum ZL 2014
Salve, salve Amarildos e Cláudias de todas as periferias!
“Contra as ideias da força, a força das ideias”. Florestan Fernandes
Como já dizia o velho deitado: “a Zona Leste segue, sangrando”.
E como não podia deixar de ser, também resistindo. E nessa caminhada, de muitas lutas diárias, ainda temos que cavar uma brecha para organizar as ideias e se questionar: o que nos une? Mesmo aos trancos e barrancos, muitas vezes de forma precária e até desorganizada, conseguimos dar uma sacudida na estrutura e movimentar discussões nos quatro cantos da cidade. Conseguimos, no mínimo, incomodar! E ainda foi pouco, muito pouco em vista desta grande estrutura capitalista que ameaça nos esmagar dia-a-dia. Entre mortos e feridos nossa luta continua. E a pergunta é: FCZL, nossa luta continua? Milton Santos já dizia: “A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos, quando apenas conseguem identificar o que os separa e não o que os une”.
Portanto, convocamos à todxs para o 1º ENCONTRÃO do FCZL no dia 04 de abril de 2014 (sexta-feira) às 19h na Praça do Metrô Guilhermina-Esperança para prosearmos sobre a trajetória do FCZL, avaliar os tropeços e avanços de forma crítica e construtiva, lembrando que o inimigo é outro, não precisamos nos esfaquear e sim fortalecer a unidade do que nos une. Dependendo da pegada, se conseguirmos chegar a um consenso para avançar na luta, temos a Carta de Princípios elaborada e não debatida no ano que passou, e que devemos destrincha-la para termos um horizonte transparente sobre quais tretas iremos encarar nesse ano, e são muitas, das quais, do ano que passou, pouco se avançou. Dentre elas, podemos citar como exemplo, as casas de cultura atreladas ainda aos coronés-vereadorxs, pauta unanime nos quatro cantos da cidade e que pra nossa inquietude ainda não retornaram a SMC. Enfim, Fomento à periferia, 2% do orçamento, dentre outras tantas que estão aí, dependendo da boa vontade política que nunca chega às quebradas periféricas.
Então bora construir?! Arme-se de flores e ideias!
Fonte: Facebook
Marcadores:
Fórum de Cultura da Zona Leste
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
População Indígena luta para manter sua cultura
Nativos buscam a preservação de suas raízes e clamam pela demarcação das terras, na aldeia guarani Tekoa Ytu,localizada na Estrada Turística do Jaraguá.
Texto: Renata Moraes
Foto: Carlinhos Souza
Na manhã do domingo 26, em uma atividade proposta pelo Centro Cultural da Juventude (CCJ), localizado na Vila Cachoeirinha, um grupo de 70 pessoas visitou a aldeia indígena Tekoa Ytu, situada no Jaraguá, próximo ao Parque Estadual.
A atividade foi sugerida e idealizada pela jovem monitora Cultural do CCJ, Juliana Queiroz dos Santos, Filósofa e militante da causa.
Presente na cidade desde 1964, a aldeia guarani Tekoa Ytu (que significa “tribo da cachoeira”) foi cortada ao meio pela Estrada Turística do Jaraguá e hoje se divide em duas aldeias, sendo a “de cima” ainda sem a demarcação da terra. A maior luta é o reconhecimento da parte de cima da aldeia como terra indígena.
“A falta da demarcação de terras nos impede de dar continuidade aos projetos da aldeia e compromete o futuro de nossas crianças”, expressou o jovem Cacique Vitor Fernando Soares, que em guarani se chama Carai Mirim.
Em 1987 o Governo Federal demarcou apenas a parte baixa da aldeia e desde então eles aguardam o Ministério da Justiça expedir a portaria declaratória, reconhecendo o local como território tradicional indígena. A última etapa é a homologação pela Presidência da República.
Em vez de ocas, há casas de pau a pique e barracas improvisadas onde vivem cerca de 180 famílias com aproximadamente 800 pessoas, sendo quase metade deste número de crianças e adolescentes que sobrevivem em condições precárias. Há lixo por várias partes, a rede de esgoto não funciona e o rio que já foi limpo e fonte de sustento, por meio da pesca está poluído. Sem contar com o grande número de cães e gatos que são abandonados ali por moradores dos arredores.
A comunidade sobrevive de benefícios do Governo, das doações de alimentos de organizações não governamentais, com a ajuda da população local e também da venda de seus artesanatos. A aldeia possui duas escolas nas quais crianças são alfabetizadas nas duas línguas: Português e Guarani. E também há uma Unidade Básica de Saúde (UBS).
Para o professor de história, Davi Martim, é uma alegria receber os visitantes: “Nós costumamos receber as pessoas de uma forma harmoniosa em nossa aldeia, pois vivemos assim, e essa visita proporciona uma maior integração entre o índio e o homem branco, desmistificando e quebrando paradigmas. E é importante também para as pessoas conhecerem suas origens, muitos tem descendência indígena e não conhecem a cultura.”
Durante a visita os participantes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco da cultura indígena, seus valores e suas crenças. Na casa da reza, local de oração em que os índios fazem suas preces todas as noites, eles puderam presenciar um canto de agradecimento pelos bens e frutos que a natureza oferece.
Para a jovem estudante Louise De Villio, 20, a atividade gerou reflexão: “Com a visita aprendi que políticas publicas não têm que só subir o morro ou sair do asfalto, mas têm que entrar na mata também.”
Leia também no Facebook da Carta Capital
http://negrobelchior.cartacapital.com.br/2014/01/29/populacao-indigena-do-jaragua-sp-luta-para-manter-sua-cultura/
Assinar:
Postagens (Atom)
















































