segunda-feira, 5 de maio de 2014

Formação e um diálogo com Paul Singer, um momento único, coerente na construção de uma Produção Cultural Justa Ética e Solidária

Josiane Mota (Educadora de Arte-Capoeira), Juliana Queiroz dos Santos (Filosofa Gestora Polo Monte Zion e Jovem Monitora Cultural CCJ) Paul Singer (Secretário Nacional de Economia Solidária - Ministério do Trabalho e Emprego) Rafael Torres (Educador/Magistério Produtor Coordenador Polo Monte Zion) Jennifer Rufino (Raper Educadora Publicitária Coordenadora Polo Monte Zion e Jovem Monitora Cultural CCJ) e Melissa Gonçalves "Mell" (Fotógrafa Educadora e Jovem Monitora Cultural CCJ). Fotografia: Nataly Cano (Gestora Polo Monte Zion)
Fotografia: Nataly Cano ( Gestora Polo Monte Zion)

Ação Educativa e CCJ - Formação Jovens Monitores Culturais - Parceria Polo Monte Zion
Conquista de Direitos, Autonomia,

Independência e Responsabilidade Social.
Auto-Gestão Propriedade Coletiva do Capital;
Empreendimento Econômico Social;

Carta de Gestão Participativa;

Através de muitos avanços significativos na estrutura de Produção de Cultura, como o apropriamento de tecnologia de produção cultural que parte de um grande movimento da Cena Independente no Brasil. A discussão máxima sobre as questões que alteram filosoficamente a produção é a competitividade criada pelo capitalismo, afetando os modos de produção como principalmente descaracterizando o significado que exerce na civilização Humana á expressão da cultura, e em seu pior estágio como produto.
Mas como enfrentar essa falsa escassez de recursos para produzir e seguir rumo ao desenvolvimento de nossas Autônomas, Independentes, Organizações de pessoas e Serviços?
Para isto buscamos direitos, pois eles significam o poder que assim emanaria do povo.Art.1. Para que está ordem econômica seja realizada substituiremos o lucro “usura”, por distribuição de renda igualitária e justa, eliminaremos um diretor ou patrão “proprietário das atividades intelectuais, produtos, marcas e expressões imateriais”, criaremos Gestores (as), Coordenadores (as) e assim selaremos a produção sustentável alavancando ainda mais o trabalho de conscientização ambiental e seus meios e modos de produção. Eliminando o lucro ou “usura” iremos eliminar o capitalismo, ou seja, Competição, Exploração, Desigualdade e Pobreza tornando-nos responsáveis pelo desenvolvimento global do SER, desenvolveremos Políticas verdadeiramente Publicas e para isso não só teremos o direito, como administraremos de forma Justa, Ética e Solidária, onde todos (as) os assim associados que desejem construir um Mundo Melhor, por assim inicia também sua parte na História, resgatando todos os nossos sonhos que ficaram esquecidos na historia da civilização humana.
A este modo os Gestores (as), Coordenadores (as) decidiram em encontros, os caminhos mapeando estrategicamente a ajuda mutua para com todas as produções, produtores e educadores. Criando uma rede determinada a produzir coletivamente dentro de uma programação de Práxis Pedagógica Autônoma, Participativa, Alterativa, Alternativa e Contestatória acima de tudo. O principio básico é dar direitos como Comunidade que se desenvolve em Cadeias Produtivas Livres que respeitam a diversidade e a especificidade de cada grupo ou pessoa.
De que forma poderíamos desenvolver essas ações em conjunto e em parceria?
Quando alcançamos a problemática maior que fere as produções e corrompe o sistema só existe uma única resposta, assumir que todo o Sistema por mais que tenha em suas Leis caráter que propriamente conduziria a liberdade, nossa Republica Federativa do Brasil é democratizada pela Ditadura Capitalista, e traça seu curso através do sistema Corporativo de Comércio Mundial acompanhando a tendência a Globalização, administrada através da Heterogestão, entre os quais as informações e consultas fluem de baixo para cima e as ordens e instruções de cima para baixo, os (as) trabalhadores (as) que tem pouco, sabem muito pouco além do necessário, implicando em uma serie de subdesigualdades. A competição gritante entre setores e grupos rivais embora sempre vise aumentar a lucratividade do conjunto pode prejudicar todo o sistema sobre tudo se alguns setores sonegarem informações estratégicas as setores rivais para enfraquecê-los.
Através de uma industrialização do simbólico para o mercado, o objeto propriamente é a mão de obra e o saber como a Arte e o Intelecto Criativo ao domínio e submissão, agregando valor de mercado como alteram os modos como altera de uma maneira caótica o significado da cultura enquanto sujeito em todo o seu agir social e individual. Limitando a imaginação criativa e critica ao desenvolvimento publicitário das produções em forma de produto final por assim dizer. Como enfrentar tudo isso?
Eliminando o lucro ou “usura”, substituindo a Ordem Econômica Capitalista pela Economia Solidária, eliminaria a diretoria heterogenia pela Auto Gestão estabelece uma ordem justa e responsável respeitando a liberdade individual, desenvolvendo e resgatando os princípios de “Comunidade”, que significa termos um objetivo em comum, o Bem de todos (as). Substituir a democracia de sociedade que admite ser explorada, pela real aventura para verdade, justiça, igualdade, liberdade, respeito à natureza e étnica, direitos e poderes legitimamente estabelecidos pela Secretária de Economia Solidaria (Ministério do Trabalho), Estatuto da Igualdade Racial, o recém sancionado Estatuto da Juventude – Seção III do Trabalho ao desenvolvimento de incubadora e agrupamentos solidários, pela participação efetiva e política das Mulheres e seus poderes estabelecidos na Lei Maria da Penha e a Secretária para Mulher. A total garantia de Cultura e Educação que define fundos de investimentos pela União, como atualmente o Sistema Nacional de Cultura (Ministério da Cultura), que cobra e implementa ações para o desenvolvimento da Gestão Democrática, e a parceria colaborativa entre as Secretarias do nível Municipal, Estadual e Federal, podendo e desenvolvendo a nível Internacional, tudo estabelecido e garantido legitimamente na Constituição da Republica Federativa do Brasil.
Pela imensa importância de substituir a Desordem Econômica, daremos direitos assegurados de poder e de uma ordem solidaria e justa, acabando e superando os obstáculos dessa máxima problemática manipuladora. Seguindo rumo ao desenvolvimento em Cadeia de Produção Nacional, trocar e partilhar principalmente para as regiões Indígenas, Quilombolas, Comunidades Rastafari, Favelas e Guetos, ao fortalecimento Construtivo, Autônomo, Livre e que conduz para responder a questões filosóficas do nosso tempo moderno e contemporâneo por assim dizer darmos a muito outros passos que nos ligam de uma tal forma muito mais humana, verdadeira e justa.
Estas são as reais formas de produção justa e solidaria e também Objetivos do Milênio, desde então pelo desenvolvimento da própria Humanidade, transportaremos nosso olhos para os reais problemas, e partilhando deste saber daremos base para muitos ativistas humanitários que encontraremos no caminho. Lutaremos pela substituição á Ordem Criminosa Capitalista Mundial, pela Autonomia, Independência e Responsabilidade, únicas bases de trabalho que são verdadeiramente Auto-Gestionárias e que será capaz de construir uma realidade onde exista verdadeiramente em todo o seu Ser á Cidadania e Dignidade.



Texto: Rafael Emidio Torres

Gestor e Coordenador Associado Livremente- Pólo Monte Zion

quinta-feira, 27 de março de 2014

terça-feira, 25 de março de 2014

1º Encontro Fórum ZL 2014

Salve, salve Amarildos e Cláudias de todas as periferias!

Como já dizia o velho deitado: “a Zona Leste segue, sangrando”. 
E como não podia deixar de ser, também resistindo. E nessa caminhada, de muitas lutas diárias, ainda temos que cavar uma brecha para organizar as ideias e se questionar: o que nos une? Mesmo aos trancos e barrancos, muitas vezes de forma precária e até desorganizada, conseguimos dar uma sacudida na estrutura e movimentar discussões nos quatro cantos da cidade. Conseguimos, no mínimo, incomodar! E ainda foi pouco, muito pouco em vista desta grande estrutura capitalista que ameaça nos esmagar dia-a-dia. Entre mortos e feridos nossa luta continua. E a pergunta é: FCZL, nossa luta continua? Milton Santos já dizia: “A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos, quando apenas conseguem identificar o que os separa e não o que os une”. 
Portanto, convocamos à todxs para o 1º ENCONTRÃO do FCZL no dia 04 de abril de 2014 (sexta-feira) às 19h na Praça do Metrô Guilhermina-Esperança para prosearmos sobre a trajetória do FCZL, avaliar os tropeços e avanços de forma crítica e construtiva, lembrando que o inimigo é outro, não precisamos nos esfaquear e sim fortalecer a unidade do que nos une. Dependendo da pegada, se conseguirmos chegar a um consenso para avançar na luta, temos a Carta de Princípios elaborada e não debatida no ano que passou, e que devemos destrincha-la para termos um horizonte transparente sobre quais tretas iremos encarar nesse ano, e são muitas, das quais, do ano que passou, pouco se avançou. Dentre elas, podemos citar como exemplo, as casas de cultura atreladas ainda aos coronés-vereadorxs, pauta unanime nos quatro cantos da cidade e que pra nossa inquietude ainda não retornaram a SMC. Enfim, Fomento à periferia, 2% do orçamento, dentre outras tantas que estão aí, dependendo da boa vontade política que nunca chega às quebradas periféricas.

Então bora construir?! Arme-se de flores e ideias!

“Contra as ideias da força, a força das ideias”. Florestan Fernandes


Fonte: Facebook

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

População Indígena luta para manter sua cultura

Nativos buscam a preservação de suas raízes e clamam pela demarcação das terras, na aldeia guarani Tekoa Ytu,localizada na Estrada Turística do Jaraguá.

Texto: Renata Moraes
Foto: Carlinhos Souza 



Na manhã do domingo 26, em uma atividade proposta pelo Centro Cultural da Juventude (CCJ), localizado na Vila Cachoeirinha, um grupo de 70 pessoas visitou a aldeia indígena Tekoa Ytu, situada no Jaraguá, próximo ao Parque Estadual.

A atividade foi sugerida e idealizada pela  jovem monitora Cultural do CCJ, Juliana Queiroz dos Santos, Filósofa e militante da causa.

Presente na cidade desde 1964, a aldeia guarani Tekoa Ytu (que significa “tribo da cachoeira”) foi cortada ao meio pela Estrada Turística do Jaraguá e hoje  se divide  em duas aldeias, sendo a “de cima” ainda sem a demarcação da terra. A maior luta é o reconhecimento da parte de cima da aldeia como terra indígena.

“A falta da demarcação de terras nos impede de dar continuidade aos projetos da aldeia e compromete o futuro de nossas crianças”, expressou o jovem Cacique Vitor Fernando Soares, que em guarani se chama Carai Mirim.

Em 1987 o Governo Federal demarcou apenas a parte baixa da aldeia e desde então eles aguardam o Ministério da Justiça expedir a portaria declaratória, reconhecendo o local como território tradicional indígena. A última etapa é a homologação pela Presidência da República.

Em vez de ocas, há casas de pau a pique e barracas improvisadas onde vivem cerca de 180 famílias com aproximadamente 800 pessoas, sendo quase metade deste número de crianças e adolescentes que sobrevivem em condições precárias. Há lixo por várias partes, a rede de esgoto não funciona e o rio que já foi limpo e fonte de sustento, por meio da pesca está poluído. Sem contar com o grande número de cães e gatos que são abandonados ali por moradores dos arredores.

A comunidade sobrevive de benefícios do Governo, das doações de alimentos de organizações não governamentais, com a ajuda da população local e também da venda de seus artesanatos. A aldeia possui duas escolas nas quais crianças são alfabetizadas nas duas línguas: Português e Guarani. E também há uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

Para o professor de história, Davi Martim, é uma alegria receber os visitantes: “Nós costumamos receber as pessoas de uma forma harmoniosa em nossa aldeia, pois vivemos assim, e essa visita proporciona uma maior integração entre o  índio e o homem branco, desmistificando e quebrando paradigmas. E é importante também para as pessoas conhecerem suas origens, muitos tem descendência indígena e não conhecem a cultura.”

Durante a visita os participantes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco da cultura indígena, seus valores e suas crenças. Na casa da reza, local de oração em que os índios fazem suas preces todas as noites, eles puderam presenciar um canto de agradecimento pelos bens e frutos que a natureza oferece.

Para a jovem estudante Louise De Villio, 20, a atividade gerou  reflexão: “Com a visita aprendi que políticas publicas não têm que só subir o morro ou sair do asfalto, mas têm que entrar na mata também.”



Leia também no Facebook da Carta Capital

http://negrobelchior.cartacapital.com.br/2014/01/29/populacao-indigena-do-jaragua-sp-luta-para-manter-sua-cultura/


sábado, 25 de janeiro de 2014

REDE MUNICIPAL DE SÃO PAULO TERÁ ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRICANAS



Em inauguração da nova sede da Secretaria Municipal de Igualdade Racial, termo de cooperação técnica foi assinado para a implementação do ensino de história e cultura afro-brasileiras e africanas

Em abertura da nova sede da Secretaria Municipal de Igualdade Racial (SMPIR), a Prefeitura de São Paulo assinou um termo de cooperação técnica com o Ministério da Educação para a implementação do ensino de história e cultura afro-brasileiras e africanas pela rede municipal de educação. O prefeito Fernando Haddad defendeu durante a inauguração nesta sexta-feira (24) a importância da construção de uma educação mais plural e inclusiva.

“Ainda não existe a compreensão de que o combate ao racismo não é outra coisa que a defesa de toda a humanidade. Porque o cerne do racismo é a intolerância à diferença. E é com o aprendizado da tolerância que se gera uma sociedade mais democrática e mais fraterna”, afirmou Haddad.

Para a implementação da lei 10.639/2003, que inclui no currículo oficial a história e a cultura afro-brasileiras, estão em desenvolvimento materiais didáticos e cursos de capacitação para os professores. “Temos hoje o lançamento de dois instrumentos educacionais poderosos: o Plano Estratégico para implementação das Leis 10.639 e 11.645 e a publicação da síntese da coleção História Geral da África, com dois volumes pedagógicos. Este material será destinado aos professores”, explicou o secretário municipal de Promoção da Igualdade Racial, Netinho de Paula.

Os dois volumes da História Geral da África abordam o desenvolvimento do continente desde a pré-história até o século XX. Trata-se da versão condensada de oito volumes produzidos pela Unesco, em parceira com o MEC. A publicação é uma edição especial voltada para a cidade de São Paulo.

Segundo o secretário municipal da Educação, César Callegari, cursos de capacitação para professores sobre a história africana já estão sendo ministrados nos pólos da Universidade Aberta do Brasil em São Paulo, oferecidos pela Universidade Federal de São Carlos.

O Plano estratégico para a implementação da Lei 10.639 e 11.645 em São Paulo foi elaborado pelo Grupo de Trabalho Intersecretarial Educação das Relações Etnicorraciais coordenado pela SMPIR e composto pelas secretarias municipais de Educação (SME); de Esportes, Lazer e Recreação (SEME), de Cultura (SMC) e de Governo (SGM).

SEDE
A nova sede da secretaria está localizada no sexto andar do edifício Grande São Paulo, na região central da Capital. A estrutura conta com um auditório com capacidade para 70 pessoas e salas de reunião disponíveis para todas as áreas da secretaria. A inauguração contou com a presença de lideranças do movimento negro, de Luiza Helena de Barros, da secretaria federal de Políticas de Promoção de Igualdade Racial, e de Macaé Maria Evaristo dos Santos, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação.


Durante o evento, o secretário Netinho de Paula apresentou um relatório sobre as ações desenvolvidas pela secretaria em seu primeiro ano de funcionamento. “Avançamos no desenvolvimento econômico, com a juventude negra, com mobilização social, com participação em eventos nacionais e internacionais e com a educação étnico-racial”, disse o secretário. Ele destacou ainda a adesão ao programa Juventude Viva, do governo federal, e o trabalho em parceria com entidades da sociedade civil para capacitação de professores e gestores.





Fonte: https://www.facebook.com/FrenteNacionalMulheresNoHipHop/posts/10152026425338953?notif_t=notify_me
https://www.facebook.com/FernandoHaddadPrefeito

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

domingo, 19 de janeiro de 2014

Seminário e Lançamento Caderno Educação Popular e Direitos Humanos


o CAMP e a RECID - Rede de Educação Cidadã convidam para o Seminário A Educação Popular na Construção e Garantia de Direitos e para o Lançamento do Caderno Educação Popular e Direitos Humanos.

O Seminário tem como objetivo apresentar a trajetória de construção da Política Nacional de Educação Popular (PNEP) e debater seus fundamentos, objetivos e implicações, a partir da experiência da Rede de Educação Cidadã e da sua relação com os Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (DHESCA).

As atividades ocorrerão dia 24 de janeiro, sexta, a partir das 15h, dentro da Programação do FST 2014, no Memorial do RS. O Lançamento está programado para iniciar às 18h com um Coquetel.

Fonte: Camp

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Bancos Comunitários: uma prática de Finanças Solidárias no Brasil


Por João Joaquim de Melo Neto Segundo* (publicado em http://www.agenciajovem.org/wp/?p=18641)


O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e o Governo Federal consideram que o campo das Finanças Solidárias no Brasil é formado por 03 segmentos: Fundos Solidários, Cooperativas de Crédito e Bancos Comunitários. Neste texto vamos refletir apenas sobre os Bancos Comunitários e a participação dos jovens no desenvolvimento deste novo modelo de banco. Por uma questão pedagógica, focaremos nossa reflexão no Banco Palmas.

Origem dos Bancos Comunitários:

O primeiro Banco Comunitário do Brasil foi o Banco Palmas, surgido em 1998 na periferia de Fortaleza-CE, nos grotões do nordeste, criado pelo povo simples da favela do Conjunto Palmeira. Como morador e líder comunitário do bairro, tive o privilégio de participar dessa construção.

Na época o Conjunto Palmeira, com 20 mil habitantes, era uma comunidade extremamente carente economicamente e enfrentava graves problemas de desemprego e desnutrição. Em uma assembleia da Associação dos Moradores perguntamos para os sócios: “Por que somos pobres?” Quase que ao mesmo tempo todos responderam: “Somos pobres porque não temos dinheiro”. O debate foi tão intenso, que resolvemos criar grupos de reflexão na comunidade em torno dessa mesma pergunta. Foram realizadas 97 reuniões com líderes locais, comerciantes e moradores. Em geral, os debates terminavam com uma visão fatalista da população em relação a sua pobreza, aceitando-a como algo natural, afinal, sempre foi assim, existem pobres e ricos desde “que o mundo é mundo”!

A diretoria da Associação, insatisfeita com a falta de reflexão, resolveu então fazer uma enquete com os moradores com 04 perguntas: 1) O que você já consome por mês? (alimentação, vestuário, material de limpeza); 2) Qual é a marca dos produtos que você compra?; 3) Onde você faz a maioria de suas compras? e 4) O que você produz?

Foram ouvidas 1.600 famílias (40% do total de famílias do bairro) e obtivemos, dentre outros, os seguintes resultados: i) R$1.200.000,00 (Um milhão e duzentos mil reais) de compras eram feitas pelos moradores do Conjunto Palmira, mensalmente. ii) 80% das famílias faziam suas compras fora do bairro. iii) Apenas 3% dos entrevistados produziam ou comercializavam alguma coisa no bairro. iv) 70% das famílias faziam suas compras em Messejana, um bairro vizinho bastante desenvolvido economicamente.

Desenhamos vários cartazes com os números e fizemos reuniões rua-a-rua, afirmando para população: “nós não somos pobres, nos empobrecemos porque perdemos nossas poupanças. Perdemo-nas porque tudo que compramos é fora do bairro. Portanto, depende de nós a superação de nossa pobreza”.

Aqueles números tiveram um efeito pedagógico extraordinário na população, que começou a entender a relação da economia com a vida. Algumas dezenas de pessoas na favela descobriram o poder revolucionário de seu consumo. Mais que isso: começaram a sentir que a resposta estava ali, pertinho, dependia de nossa vontade e da forma que consumimos.

Foi assim, a partir desse entendimento de que nós éramos possíveis, que em janeiro de 1998, na pequena sede da Associação dos Moradores do Conjunto Palmeira, com apenas R$ 2000,00 (dois mil reais) inauguramos o Banco Palmas. Totalmente administrado pela comunidade, o banco desenvolveu um sistema econômico próprio que conta com uma linha de microcrédito alternativo (para produtores e comerciantes), instrumentos de incentivo ao consumo local (moeda social circulante- PALMAS), e alternativas de comercialização (feiras e lojas solidárias), promovendo localmente geração de emprego e renda para diversas pessoas.

A grande novidade que o modelo de Banco Comunitário trouxe foi a visão da solidariedade territorial. O bairro como um todo se torna um “empreendimento solidário” onde os moradores produzem e consomem um dos outros. É a noção de solidariedade coletiva: eu melhoro de vida na proporção que o bairro melhora, dessa forma melhoramos juntos. Anos depois chamamos isso de Rede Local de Prosumatores, onde cada morador e cada moradora é ao mesmo tempo produtor(a), consumidor(a) e ator ou atriz social de transformação.

A Rede Brasileira:

Em 2003 a comunidade do Conjunto Palmeira criou o Instituto Banco Palmas, responsável pela expansão da metodologia dos Bancos Comunitários em todo o país. Em janeiro de 2014 já somos 103 Bancos Comunitários, organizados na Rede Brasileira de Bancos Comunitários (RBBC), distribuídos em 19 estados da federação: em assentamentos, comunidades indígenas, ilhas na Amazônia, pequenos distritos e outras periferias urbanas e rurais. Em 2013, um milhão de brasileiros foram impactados positivamente pela ação dos Bancos Comunitários (conf.: Relatório do III Encontro Nacional da RBBC – Março/2013). Hoje já existem outras ONGs (Organizações Não-Governamentais) responsáveis pela criação de novos bancos comunitários e dezenas de instituições parceiras. O maior apoio vem, contudo, da Secretaria Nacional de Economia Solidaria do Ministério do Trabalho e Emprego-SENAES/MTE.

Em 2007 a RBBC criou o Termo de Referência e o marco teórico-conceitual dos bancos comunitários, assim definindo:

“Bancos Comunitários são serviços financeiros solidários, em rede, de natureza associativa e comunitária, voltados para a geração de trabalho e renda na perspectiva de reorganização das economias locais, tendo por base os princípios da Economia Solidária. Seu objetivo é promover o desenvolvimento de territórios de baixa renda, através do fomento à criação de redes locais de produção e consumo, baseado no apoio às iniciativas de economia solidária em seus diversos âmbitos, como: empreendimentos sócio-produtivos, de prestação de serviços, de apoio à comercialização (bodegas, mercadinhos, lojas e feiras solidárias), organizações de consumidores e produtores.”

A Juventude e os Bancos Comunitários:

Para pôr em marcha uma prática tão alternativa faz-se necessário a ousadia e a capacidade de inovação da juventude; já dizia o poeta: “juventude sem rebeldia, é velhice precoce”.

Relato abaixo três ações desenvolvidas pelo Instituto Banco Palmas com a juventude de Fortaleza que são estratégicas para a expansão e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos pelos Bancos Comunitários:

Consultores Comunitários:

É um treinamento de 400 horas-aula, realizado na sede do Instituto Palmas, para os jovens (18 a 28 anos) da periferia de Fortaleza. Nesse treinamento a juventude aprende tanto a parte técnica/operacional de um Banco Comunitário (análise de crédito, cobrança, seguros, técnica de vendas, organização de feiras e outros), como a teoria que orienta sua prática: economia solidária; democracia econômica, consumo sustentável, comércio justo, desenvolvimento local, entres outros. Os Consultores Comunitários tem como missão prestar assessoria técnica aos pequenos empreendimentos do bairro para melhorarem seus produtos e suas vendas, e ajudar e se organizarem na rede de economia solidária do bairro/local. Para ser um trabalhador da equipe do Instituto Banco Palmas, é obrigatório fazer o curso de Consultores Comunitários. Por fim, vale ressaltar que hoje é um jovem, um ex-aluno do curso de Consultores Comunitários, quem coordena a parte pedagógica e curricular desse processo formativo.

Agentes de Inclusão Socioprodutiva:

São jovens (de 16 a 28 anos), treinados pelo Instituto Banco Palmas (60h) cuja função é realizar visitas domiciliares às mulheres do programa Bolsa Família atendidas pelo Banco Palmas (projeto ELAS). Durante as visitas os agentes conversam, observam, aconselham e estimulam a participação das mulheres nas diversas atividades promovidas pelo Banco Palmas (cursos profissionalizantes, oficinas de educação financeira, encontros pedagógicos, visitas a pontos turísticos da cidade, crédito e outros), objetivando promover a inclusão sócio-produtiva, financeira e bancária dessas mulheres. Os agentes assumem um papel de grande relevância no Banco Comunitário por trabalharem diretamente com a população mais pobre, acompanhando individualmente cada mulher, servindo como uma espécie de “animador” responsável pela inclusão das mesmas.

PalmasLab:

O Laboratório de Inovação e Pesquisa em Finanças Solidárias do Banco Palmas (PalmasLab), é um espaço de criação e aceleração de empreendimentos voltados para TI (Tecnologia da Informação), com recorte para as Finanças Solidárias. A PalmasLab já criou dois aplicativos, um de mapeamentos socioeconômicos dos territórios e outro para pesquisas de opinião sobre temas relevantes para a comunidade. Os jovens da comunidade são capacitados na PalmasLab em programação e desenvolvimento de aplicativos, podendo se engajar nas pesquisas do Instituto Banco Palmas nos diversos municípios ou criarem seu próprio empreendimento de TI. Cabe ainda a equipe de jovens da PalmasLab toda a parte de animação e criação da comunicação do Instituto Banco Palmas nas mídias sociais, incluso sua página na web.

Crescendo em média 20% ao ano, organizando comunidades para autogerir suas finanças, com a contribuição e a criatividade libertária da juventude, os Bancos Comunitários tem apontado na direção de outro modelo de banco, possível, justo, humano, radicalizando os princípios da Economia Solidária.

* João Joaquim de Melo Neto Segundo é coordenador do Instituto Banco Palmas e da Rede Brasileira de Bancos Comunitários (RBBC).

Envolva-se

Agora que você conhece um pouco mais do tema, conheça outras iniciativas, como as moedas locais na Espanha. Hoje existem 70 espalhadas pelo país. Acesse: http://www.rtve.es/alacarta/videos/documentos-tv/documentos-tv-monedas-cambio/2063367/

Conheça também outra iniciativa como o Banco Sampaio e a Agência Cultural Solano Trindade, da comunidade no Campo Limpo (SP): http://www.youtube.com/watch?v=uCUDngoIvwk

sábado, 11 de janeiro de 2014

Percursos do VAI I e II


Confira os locais, horários e endereços onde acontecerá as oficinas de elaboração de projetos para o o edital VAI I e VAI II.

As oficinas acontecerão em todas as regiões de São Paulo uma delas pode estar perto de você.

Fique atento ao endereço mais próximo para tirar suas dúvidas, assim o seu projeto pode ter mais chance de sucesso.


Confira no Link do Percursos Programa VAI - Curta, Compartilhe e Democratize essa idéia! 


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

ALDEIA GUARANI TEKOA PYAU – PICO DO JARAGUÁ




 A visita do mês será a Aldeia Guarani Tekoa Pyau que habita a região do Pico do Jaragua (zona norte), onde os participantes poderão aproveitar um dia em contato com a natureza e conhecer mais da nossa cultura. Recomendamos o uso de roupas confortáveis como shorts e tênis e uso de protetor solar. O destino deste mês foi proposto pela Jovem Monitora Cultural Juliana Queiroz dos Santos.

Pedimos a todos (as) a gentileza de trazerem algum alimento não perecível para deixarmos como retribuição à Aldeia Guarani Tekoa Pyau que nos receberá.

Saiba mais sobre a aldeia em http://www.youtube.com/watch?v=6wWHgS-YLQA, http://www.youtube.com/watch?v=YAtZ5s1i1i8, http://www.youtube.com/watch?v=_GB68SxySkY

Dia 26/1, domingo, saída 10h, retorno previsto 14h. Hall de entrada do CCJ.

83 vagas. Inscrições poderão ser efetuadas na recepção do CCJ ou na internet em www.inscricoes.ccj.art.br, a partir de 19/1, às 14h. As vagas serão disponibilizadas da seguinte forma: 41 vagas para inscrições na recepção do CCJ e 42 vagas para inscrições pela internet. Máximo de 02 inscrições por pessoa. Menores somente acompanhados pelos pais.









Fonte:         http://ccjuve.prefeitura.sp.gov.br/2014/01/08/ccj-visita-pico-do-jaragua/


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Campanha pela Lei da Economia Solidária

Participe da Campanha pela Lei da Economia Solidária!




A cada dia cresce a quantidade de pessoas no Brasil que se unem para trabalhar ou consumir juntos, em solidariedade, na Economia Solidária, em que não há patrão nem empregados. Esta prática é boa para o Brasil, pois não concentra renda, e nem é baseada na competição e no lucro, mas sim na vida, na cooperação e na qualidade de vida para todos.

Infelizmente, a lei brasileira traz muitas dificuldades para quem quer viver da Economia Solidária, ainda mais se comparado às empresas capitalistas, que vivem somente da exploração e do lucro. Isso acontece, principalmente, por que o Estado Brasileiro não reconhece o direito ao trabalho associado e às formas organizativas baseadas na Economia Solidária, dificultando o acesso a financiamento público, assessoria técnica e divulgação na sociedade.

Para fortalecer esta proposta de desenvolvimento justo, sustentável, diverso e solidário, foi criada a Campanha pela Lei da Economia Solidária. O objetivo da Campanha é conseguir criar a primeira lei brasileira que reconheça o direito ao trabalho associado e apoie as iniciativas da economia solidária, dando espaço para as pessoas poderem se organizar em cooperação, com justiça e preservação ambiental.


Acesse aqui o formulário e assine o abaixo assinado!

Neste site você tem acesso a todas as informações da Campanha: no menu à direita com os materiais: formulário para coletar assinaturas, a proposta do texto da lei,  materiais gráficos (folder, cartaz, adesivo, logo e cartilha) e audiovisuais (vídeos e spot de rádio). Pelo menu à esquerda notícias, adesões, agendas e muito mais!



Participe desta luta!


A campanha é um grande mutirão por um Brasil justo e sustentável!

Fonte: http://cirandas.net/leidaecosol

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Dossiê Mulheres Negras: retrato das condições de vida das mulheres negras no Brasil




"As conquistas alcançadas no campo da igualdade de gênero e raça, porém, não podem ofuscar os enormes desafios ainda impostos. Os indicadores sociais disponibilizados todos os anos em nível nacional, e consolidados na publicação 'Retrato das desigualdades de gênero e raça', editada pelo Ipea em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR/PR) e a ONU Mulheres, permitem dimensionar as grandes distâncias que ainda separam homens e mulheres e negros e brancos."

Baixe gratuitamente a publicação "Dossiê Mulheres Negras: retrato das condições de vida das mulheres negras no Brasil", do Ipea Instituto de Pesquisa, aqui:http://goo.gl/dXP0Mr

#MulheresNegras #IgualdadeRacial

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Lançamento do Edital Pontos de Cultura na Cidade de São Paulo

         No dia 16 de dezembro de 2013 foi lançado o Edital dos Pontos de Cultura na Cidade de São Paulo.

   Serão implantados 85 Pontos de Cultura na cidade de São Paulo em 2014.

    Saiba mais no site e Com o Edital na Integra.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/noticias/?p=14003

   LANÇAMENTO DO EDITAL DOS PONTOS DE CULTURA 

Da esq. para dir.: Márcia Rollemberg, Secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura; Marta Suplicy, ministra da Cultura; Fernando Haddad, prefeito de São Paulo e Juca Ferreira, secretário municipal de Cultura de São Paulo, durante a cerimônia de lançamento do edital dos pontos de cultura da cidade de São Paulo





domingo, 15 de dezembro de 2013

Significados dos Nomes Próprios Africanos





FEMININOS :

ABBA: Nascida Na Quinta-Feira (Gana)
ABEBA: Flor (Etiópia)
ABENA: Nascida Na Terça-Feira (Gana)
ACAI: Timidez (Sudanese)
ADA: Nascida Primeiro ( Nigéria)
ADANNA: Filha Amorosa Do Pai
ADEBANKE: Deus Está Cuidando Dela (Yoruba Da Nigéria)
ADEBUMI: Riqueza (Realeza) (Nigéria)
ADENIKE: A Coroa É Amorosa, Afetuosa (Yoruba Da Nigéria)
ADEOGA: Coroa de Glória (Yoruba Da Nigéria)
ADEOLA: Coroada De Honras (Nigéria)
ADETOKUMBO: Honra Que Veio De Além Dos Mares (Yoruba Da Nigéria)
ADETOUN: Princesa (Yoruba Da Nigéria)
ADHIAMBO: Nascida À Noite Depois De Por Do Sol (Luo Do Quênia)
ADJOA: Nascida Na Segunda-Feira (Gana)
ADOWA: Nobre
ADUOA: Paz (Gana)
AFUA: Nascida Na Sexta-Feira
AFYA: Saúde (Kiswahili)
AGUIDI: Bem-Estar (Ovelha Da Gana)
AINA: Nascida Com O Cordão Umbilical Em Volta Do Pescoço (Yoruba Da Nigéria)
AINKA: A Estimada (Tonga)
AISHA: Ela É Vida (Swahili)
AJA: Alta Sacerdotisa De Mecca
AKILAH: Inteligente, Que Tem Razões
AKOSUA: Nascida No Domingo (Ahsanti Da Gana)
AKYA: Nascida Na Quarta-Feira (Gana)
AMACHI: Quem Sabe O Que Deus Nos Trouxe Através Desta Criança (Ibo Da Nigéria)
AMARA: Ibo Da Nigéria Oriental
AMINA: Confiável, Honesta (Oeste da África)
AMINATA: (Senegal)
AMINIA: Acreditar ( Kiswahili)
AMMA: Nascida No Sábado (Ashanti Da Gana)
ANAYA: Olhar Para Deus (Ibo Nigéria Oriental)
ANELE: Bastante, Suficiente {Nome Normalmente Dado À Última Nascida, nunca para A 1° Ou 2° Criança} (Xhosa Da África Do Sul)
ANULIKA: Felicidade É A Melhor (Ibo Nigéria Oriental)
ANYANGO: Amiga (Af Do Quênia)
ARMANI: Derivado De Imani Quer Dizer Fé
ASABI: De Nascimento Seleto (Yoruba Da Nigéria)
ASHAKI: Bonita (Ocidental)
ASHANTI: Mulher Africana Forte (Gana)
ASSAGGI: Forte (Zimbábue)
AYAN: Brilhante (Somália)
AYANA: Flor Bonita (Etíope)
AYO: Alegria (Yoruba Da Nigéria)
AYOMIDE: Minha Alegria Chegou (Yoruba Da Nigéria)
AZA: Poderosa Swahili
AZINZA: Sereia (Togo)
AZIZA: Preciosa, Magnífica Kiswahili, Somali
AZMERA: Colheita (Etiópia)
BABA: Nascida quinta-feira
BADERINWA: Merecedora de respeito
BADU: Poderosa
BAHATI: Minha sorte é boa
BAHIYAH: Bonita (swahili)
BAINA: Reluzente
BAYO: Alegria encontrada
BECCA: Profetiza
BEJIDE: Criança nascida no tempo chuvoso
BESEDE: Nascida no domingo
BHEKISISA: Cuidadosa (zulu da África do sul)
BIKILU: Crescida ou grande (Etiópia)
BIMKUBWA: Grande dama
BINAH: Uma dançarina
BINTA: Com Deus (africano do oeste)
BINTU: Bonita (Costa do marfim/Senegal)
BISA: Muito amada
BOAHINMAA: A que deixou sua comunidade
BUKOLA: Riqueza nascente (yoruba da Nigéria)
BUNMI: Meu presente
BUSARA: Sabedoria
CHALONDRA: Esperta
CHALTUU: 1° menina nascida (oromo-kush)
CHANECIA: Esperta e bonita
CHANGA: É prevalecente
CHANYA: Quênia
CHARA: (Etiópia sul ocidental)
CHAUSIKU: Nascida à noite
CHAUSIKU: Nascida da noite
CHIAKA: Deus diz ( ibo da Nigéria)
CHIDERIA: O que Deus escreveu está escrito (Nigéria)
CHIDIMA: Deus é bom e maravilhoso (Ibo da Nigéria)
CHIKU: Falante (swahili)
CHIMWALA: Pedra
CHINAKA: Deus decide (Nigéria)
CHINARA: Deus pode receber (ibo da Nigéria)
CHINELO: Deus está pensando ( ibo da Nigéria)
CHINU: A própria bênção de Deus
CHINUE: Benção de Deus
CHINYERE: Presente de Deus (Ibo de Nigéria)
CHIOMA: Deusa bonita
CHIPO: Presente.
CLEOPATRA: Rainha negra (Egito antigo)
DACIA: Flor púrpura
DADA: Criança com cabelos ondulados
DADA: Irmã (kiswahili)
DAFINA: Presente (inesperado) / tesouro
DALILA: Gentileza é sua alma
DALJI: Caminhe graciosamente (swahili)
DAMTIEN: Santificada (moba de Costa de marfim)
DANUWA: amiga íntima
DARA: Bonita (bermudian)
DARRATU: Flor desabrochando (etiópia)
DAYO: Alegria alcançada
DEKA: A agradável (somali)
DERICIA: Atlética (americano africano)
DJIDADE: Desejada
DO: Primeira criança depois de gêmeos
DOFI: Segunda criança depois de gêmeos
DOLAPO: Benções e felicidade misturadas (yoruba da nigéria)
DOTO: Criança mais jovem do que os gêmeos
DUT: Consolação (dinka do sudão)
DZIKO: O mundo
EBIERE: Onda (níger)
EFFIWAT: Nigéria
EFIA: Nascida na sexta-feira (Gana)
ELON: Deus me ama
EMEFA: Existe a paz (ovelha da Gana)
ENO: Dádiva (efik da Nigéria)
ESHE: Vida (swahili)
ESI: Nascida no domingo (ovelha e fante da Gana)
ESIANKIKI: Jovem solteira (masai do Quênia)
ESINAM: Deus me ouviu (ovelha da Gana)
ETUHOLE: Deus nos ama. (oshiwambo da Gana)
FAIZAH: Ela Que É Vitoriosa (Swahili)
FARA: Nível Medido(Kiswahili)
FARAA: Alegre
FARAI: Ser Feliz(Shona Da Zimbábue)
FARISA: Fazer Feliz
FAYOLA: Sorte Caminha Com Honra (Yoruba Da Nigéria)
FEIMATA: Me Ame (Sierra Leoa)
FEYKEMI: Santificada Com Esta...(Yoruba Da Nigéria)
FOLAYAN: Andar Com Dignidade
FOLUKE: Colocada Aos CuidadosDe Deus (Yoruba Da Nigéria)
FUJO: Nascida Depois De Disputa
FUNMILAYO: Deu-Me Felicidade (Yoruba Da Nigéria)
GIMBYA: Princesa
GINA: Mãe Poderosa do povo negro (Namibia)
GOITSEMEDIME: Deus sabe
GZIFA: Aquela que está em pedaços (Ovelha De Gana)
HABEN: Coragem(Eritrea)
HADIYA: Dádiva(Swahili)
HALIMA: Suave(Swahili)
HANNA: Felicidade(Hausa)
HASANA: Primeira nascida dos gêmeos (África Ocidental)
HASANATI: Felicidade
HASINA: Bondosa(Swahili)
HAWA: Desejada (Kiswahili)
HAZIKA: Inteligente (Hausa)
HEMBADOON: Vencedora
HOLA: Salvadora(Gana)
HOMA: Agitada (Kiswhaili)
HOVA: Classe Média (Betsileo de Madagascar)
IDOWU: Primeira criança nascida depois de gêmeos
IFAMA: Tudo está bem
IFE: Amor
IGE: Nascida primeiro pelos pés
IJABA: Um desejo que cumpriu
IMA: Amor, caridade (efik da Nigéria)
IMAN: Fé (Somália)
IMANI: Fé (kiswahili)
IRUWA: Aquela que viu o mundo (ibo da Nigéria)
ISOKE: Um bonito presente de deus (Nigéria)
IZEGBE: Criança muito esperada
JAHA: Dignidade
JAHZARA: Princesa Santificada (Etiópia)
JAINEBA: (Senegal)
JALA: Especial (Americano Africano)
JALIA: Privilégio (Kiswhaili)
JAMILA: Bonita, Elegante (Somália, Swahili)
JANI: Uma Folha (Kiswahili)
JENDAYI: Agradecida
JOHARI: Jóia (Kiswahili)
JUBA: Nascida Na Segunda-Feira (Ashanti de Gana)
JUMAPILI: Nascida No Domingo
KAGISO: Paz (Tswana - Botsuana )
KAHFI: Quieta(Swahili )
KAIMAH: Muito pequena (Libéria)
KAINDA: Filha do caçador (Tharaka Do Quênia )
KAJUMBA: Bonita (Bantu Uganda)
KAKRA: A mais jovem dos gêmeos (Fante de Gana)
KALIFA: Brilhante (Swahili)
KAMARIA: Como a lua (Swahili)
KAMBAMI: O filho que fala pelo Pai ( Kimbundo- Angola)*
KAMBO: Sem sorte (Shano De Zimbawe)
KAMILAH: A perfeita
KAMILI: Perfeição
KAMOHELO: Bem-vinda (Sotho Da África Do Sul)
KANIKA: Roupa preta (Mwera Do Quênia)
KANONI: Pequeno pássaro
KARASI: Vida e Sabedoria
KARIMU: Generosa
KAWERIA: Amorosa (Meru Do Quênia)
KAYLA: Pura
KEFILWE: Eu Sou determinada
KEHINDE: Segundo nascida Dos gêmeos
KELI: Enérgica (Senufo da Costa Do Marfim)
KENYETTA: Inocente (África Do Sul)
KEREEDITSE: Eu estou escutando (Batswana)
KESI: Nascida depois de transtorno do pai
KEYAH: Tem boa saúde (Mande Da África Ocidental)
KHADIJA: Esposa do profeta Mohammed
KHANYSHA: Criança bonita (Swahili)
KIANGA: Luz do sol
KIJAKASI: Sua Vida é devida A nós
KIMANI: Doce E bonita (Americano Africano)
KINAH: Obstinada, empreendedora
KISSA (KIXA): Primeira filha da família (Quênia)
K'TUSHA: Alegria
KUKUA: Nascida na Quarta-Feira (Gana)
KUMANI: Destino (África Ocidental)
KUNTO: Terceira criança (Twi de Gana)
KWAVERA: Alvorecer, amanhecer (Swahili)
LATASHA: Surpresa (Congo)
LAYLA: Nascida de noite
LEKYSHA: Popularidade, beleza (Porto Rico)
LERATO: Amor
LEZA: Aquela que enfeita (África Central)
LINA: Tenra
LINDIWE: Esperada (xhosa da África do sul)
LINGAIRE: Princesa do século 4 (wolof de Gâmbia)
LISHA: Misteriosa (hausa - Nigéria)
LULU: Uma pérola
LUNGILE: Bondosa (zulu da África do sul)
MAFUANE: Tingida (Bachopi, África do Sul)
MAISHA: Vida (Kiswahili)
MAKENA: A Feliz (Kikuyu do Quênia)
MAKIDA: A Bonita (Etiópia)
MALAIKA: Anjo (Kiswahili)
MALI: Riqueza (Kiswahili)
MALKIA: Rainha (Kiswahili)
MAMELLO: Paciência (Lesoto)
MANDISA: Doce, meiga (Xhosa da África do Sul)
MARA: Tempo (Kiswhaili)
MARAHABA: Obrigado (Kiswahili)
MARALI: Essência (Antígua e Barbuda))
MARDEA: Última (Gana)
MARIAMA: Presente de Deus (África Ocidental)
MARJANI: Coral (Swahili)
MARVENA: Criança de dois planetas (Anguilla)
MBHALI: Rosa (Zulu da África do Sul)
MEECA: Será de ouro, forte, valente
MENE: A que nunca está só (Yoruba Da Nigéria)
MESI: Água (Asante)
MILUMBE: Novidades de benções (Tonga)
MINKAH: Justiça (Tanzânia)
MMAABO: Sua mãe (Botsuana)
MOLIEHI: A que era aguardada (Basotho do Lesoto)
MONIFA: Eu tenho sorte (Yoruba da Nigéria)
MONTSHO: Negra
MUDIWA: Pessoa querida (Shona da Zimbábue)
MUMBI: Primeiras das mulheres (Kikuyu Do Quênia)
MUTINTA: Criança nascida depois de duas ou mais crianças do sexo oposto (Tonga)
MWANGAZA: Ilumina (Swahili)
MYEISHA: A que é muito amada
NADIFA: Nascida entre estações (Somália)
NADIRA: Rara
NADRA: Incomum Kiswahili
NAFULA: Nascida durante a estação chuvosa (Abaluhya - Quênia)
NAJA: Quem terá sucesso (Somália)`
NAKI: Primeira menina (Adangbe Da Gana)
NAKISAI: Embeleza (Shona do Zimbábue)
NALA: Rainha (Tanzânia)
NANDE: Mãe (Chaka Zulu)
NANYAMKA: Presente de Deus (Gana)
NA'WEH: Caminhou antes (Libéria)
NA'ZYIA: Amor de uma mãe (Quênia)
NBULUNGI: Bonita (Gana)
NDAHEPULUKA: Me tornei mais rico (Ovambo da Namibia)
NDAPEWA: Ofertada, recebida (Oshiwambo da Namibia)
NDIDI: Paciência (Nigéria)
NEFERTITI: A bonita chegou (Egípcio)
NEHANDA: Firmeza, solidez (Zezuru do Zimbábue)
NGINA: Dedicada à uma rainha (Americano Africano)
NGONI: Clemência de Deus (Shona do Zimbábue)
NIA: Desígnio (Kiswahili)
NILAJA: Que vem com alegria (Yoruba da Nigéria)
NJEMILE: Em pé (Malauí)
NJERI: Filha do guerreiro
NKECHI: Leal (Ibo da Nigéria)
NNEKA: Mãe é Suprema (Ibo da Nigéria)
NOMBUSO: Que tem reino / Celebração jovial (Zulu da África do Sul)
NOSINE: Nascida na Quinta-Feira (Xhosa - África do Sul)
NOURBESE: Criança maravilhosa (Benin - Nigéria )
NTATU: Nascida na Quarta-Feira (Xhosa da África do Sul)
NÚBIA: Mulher negra, forte, original, mãe de uma nação (Egito)
NWEKA: Mãe é suprema (Ibo da Nigéria)
NYARAI: Ser humilde (Shona da Zimbábue)
NYASHIA: Princesa africana bonita de propósito (Swahili)
NYELA: Um que tem sucesso ou persevera (Somália)
NYOTA: Guerreira
NZINGA: Do rio
OBAX: Flor (Somália)
OBIOMA: Bom coração (Ibo Da Nigéria)
OGECHI: O tempo de Deus é o melhor tempo ( Ibo Nigéria)
OHENEWAA: Rainha (Guan ou Kyereponi de Gana)
OLABISI: Alegria multiplicada
OLABUNMI: Minha honra foi recompensada
OLANIYI: Existe gloria na riquesa
OLAYINKA: A honra me cerca (Yoruba, Krio de Serra Leoa)
OLUCHI: A arte, obra de Deus
OLUFUNMILAVO: Deus me dá a alegria
OLUREMI: Deus me consola (Yoruba da Nigéria)
OLWA-SEYI: Deus a fez (Yoruba da Nigéria)
OMOSUME: Uma criança é a coisa mais preciosa
ONA: Fogo (África Ocidental)
ONAEDO: Ouro (Ibo)
ONI: Nascida em domicílio sagrado
ONTIBILE: Deus está me vigiando (Botsuana)
ONYINYECHI: Presente de Deus (Igbo da Nigéria)
OZIGBODI: Paciência
PAMOJA: Unida Swahili
PANYIN: Mais Velha Dos Gêmeos (Fante - Gana)
PENDA: Amada (Fula - Senegal)
PHENYO: Vitória (Batswana)
PONI: Segunda Filha (Bari De Sudão Do Norte)
QWALHATA: Rainha núbia que governou o Egito na xxv dinastia.
QWARA: Pessoa que fala o idioma cushitic na Etiópia
RACHIDA: Íntegra, Honesta (Swahili)
RADHIYA: Agradável (Swahili)
RAHA: Felicidade (Kiswahili)
RAMAKEELE: Veio para nós de surpresa (Sotho da África do Sul)
RAMLA: Profetiza (Swahili)
RANDA: Dançar (Kiswahili)
RASHIDA: Íntegra, honesta (Ilhas Virgem)
RATIBA: (Marrocos)
RAZIYA: Doçura, agradável (Swahili)
REHEMA: Compaixão (Kiswahili)
RHAXMA: Doce (Somali)
RUKIVA: A Que sobe alto (Swahili)
RUSHA: Libertar-se (Kiswahili)
SAADA: Útil, que ajuda, auxilia
SAFIYA: Pura
SAIDA: Prestativa (Swahili)
SALAMA: Paz
SAMIA: Pessoas de Uganda
SANJO: A que aprecia seu passado (Yoruba)
SANKOFA: A que deve voltar ao passado para seguir adiante. (Akan de Gana)
SANYO: Alegria ou felicidade (Baganda de Uganda)
SARAN: Alegria (guiné e Costa do Marfim)
SAÚDA: Beleza escura (Swahili)
SAYBLEE: Fique em casa (Libéria)
SEBLE: Colheita (Amhara da Etiópia)
SEKAI: Sorriso (Zimbábue)
SELA: Salvadora (África Ocidental)
SELAM: Paz (Eritrea)
SEMA: Falar (Kiswahili)
SERWA: A nobre (Gana)
SESEN: Desejar mais (Eritrea)
SHAKARRI: Grande caçadora (afro-americano)
SHAKIA: Semelhante à sua mãe (Afro-americano)
SHAKINA: Bonita
SHAKIR: Nascida na graça de deus (Nigéria)
SHANI: Maravilhosa (Swahili - África Oriental)
SHAQUANA: Verdade da vida (Afro-americano)
SHARIFA: Distinta (Swahili - África Oriental)
SHARTATI: Montanha mais bonita (Etiópia)
SHATEQUE: Seguidora (Afro-americano)
SHEBA: Rainha de Sheba (Makeda)
SHENA: Quieta,calma, reservada (Tutsi de Ruanda)
SHOORAI: Vassoura que varre (Shona - Zimbábue)
SHUKURA: Eu sou grata
SIKUDHANI: Agradável surpresa
SISI: Nascida no domingo (Twi da Nigéria)
SIYANDA: Nós estamos crescendo (Zulu da África do Sul)
SUSHAUNNA: Princesa / deusa dos homens (Etiópia)
TAARIQ: Estrela matutina (Swahilli)
TAFUI: Glória a Deus (Mina do Togo)
TAJA: Para mencionar (Kiswhili)
TAKIYAH: Íntegra
TAMU: Doce (Swahili)
TANGELA: Atenciosa (Afro-Americano)
TANGENI: Deusa de elogio (Ovambo Da Namibia)
TANGINIKA: Deusa do lago (Afro-Americano)
TANISHA: Nascida na Segunda-Feira (Hausa da Nigéria)
TAPIWA: Presente, dádiva (Shona do Zimbábue)
TARANA: Nascida durante o dia (Hausa da Nigéria)
TARISAI: Olhe, olhar para (Zimbábue)
TATA: Envolvente (Kiswahili)
TATU: Terceira filha (Swahili)
TAWIAH: Primeira depois de gêmeos (Gana)
TENDAI: Grata a Deus (Shona do Zimbábue)
TEREHASA: Santificada (Etiópia)
THANDIWE: Rainha amorosa
THEMA: Rainha
TIOMBE: Tímida (Africano do Oeste)
TITILAYO: Felicidade eterna (Yoruba Da Nigéria)
TSEHAI: Raio de sol (Etiópia)
TSHEPISO: Uma promessa (Tswanna da África do Sul)
TUMPE: Deixe agradecermos à Deus
TUSAJIGWE: Nós somos abençoados
TUWALOLE: Exemplar
UBEKWENISHA: Mãe da íntegra (Yoruba)
UBORO: Excelência (Kiswahili)
UCHENNA: Será de Deus (Ibo da Nigéria)
UDAKO: Respeito aos anciães (Namimbia)
UDAMA: Bonita flor (Argélia)
UGOCHI: Presente de Deus (Nigéria)
ULU: Segunda Filha (Ibo da Nigéria)
URBI: Princesa
URENNA: Orgulho do Pai
URUHU: Liberdade (Kiswahili)
UWIMANA: Filha de Deus
UZURI: Beleza (Swahili)
VAI: Pessoa de Serra Leoa
VANA: Privilégio (Congo)
VASHA: Língua da África do Sul
VENDA: Pessoa (Bantu da África do Sul)
WALASMA: Nome de uma família real que governou a Etiópia Oriental
WAMBUI: Cantante (Kikuyu Do Quênia)
WANDA: Ficar gorda (Kiswahili)
WANGUI: Uma Das Nove Filhas De Gikuyu E Mumbi*
WANJIKO: Kikuyu do Quênia
WANJIRU: (Kikuyu do Quênia)
WUB: Magnífica, bonita (Etiópia)
XETSA: Nome dado a uma de duas gêmea (Ewe De Gana)
XHOSA: Umas pessoas na África do Sul
YA: Nascida na Quinta-Feira, Valente, Corajosa (Akan Da Gana)
YAHMINAH: Propriamente com respeito (Egito)
YATIMA: Orfã (Kiswahili) -Ye
YEJIDE: A imagem da mãeMASCULINOS :
ABASI: Severo, rigoroso
ABAYOMI: Nascido para me trazer alegria.
ABIMBOLA: Nascido rico. (Yoruba da Nigéria)
ADDO: Monarca da estrada (Gana)
ADE: Real
ADISA: Nos ensinará (Ashanti Gana)
ADJATAY: Príncipe (Camarões)
ADOFO: Que ama (Akan Gana)
AJENE: Verdade
AKELLO: Traga adiante (Alur De Uganda)
AKIA: Primeiro a nascer
AKIL: Inteligente, usa a razão (Swahili)
AKIN: Homem valente, guerreiro, herói (Yoruba da Nigéria)
AMANI: Paz (Kiswahili)
AMARA: (Ibo da Nigéria Oriental)
AMARI: Forte e construtor (Yoruba da Nigéria)
AMIR: Príncipe (Swahili)
ANWAR: Lustroso, brilhante (Moor)
ASAD: Leão (Somália)
ASANTE: Agradecido, grato (Kiswahili)
ATSU: O mais jovem entre gêmeos (Gana)
ATU: Nascido no sábado (Fante de Gana)
AYO: Alegria
AYODELE: Alegria vem ao lar (Yoruba da Nigéria)
AYUBU: Perseverante
AZEKEL: Rezando ao Senhor (Angola)
AZIBO: O planeta terra inteiro
AZIKIWE: Cheio de vigor
AZIZI: Precioso
BABA: Pai ou filho mais velho (Yoruba)
BABTUNDE: Pai retornou
BABU: Disposto (Africano do Oeste)
BABUKAR: (Wolof do Senegal)
BADU: Décimo filho (Ashanti de Gana)
BAKARI: O Que Terá Sucesso (Swahili)
BANDELE: Nascido longe da casa
BANGA: Espada
BASSEY: Efik da Nigéria
BEM: Paz
BERTA: Forte, vigilante (Gurage da Etiópia)
BIKILA: Grandalhão, crescido (Etiópia)
BIKO: Steven Biko, um antigo ativista político da África do Sul
BOBO: Nascido Terça-Feira (Fante de Gana)
BOLAJI: (Yoruba da Nigéria)
BOMANI: Guerreiro
BOSEDA: Nascido no Domingo
BRUK: Ele é Sagrado (Etiópia)
BWANA: Cavalheiro, senhor (Kiswahili)
CARAMA: Professor (África Ocidental)
CHAD: De grande amor (Etiópia)
CHAGA: Prevalecente (Kiswahili)
CHAKA: Grande monarca (África do Sul)
CHEGE: (Kikuyu do Quênia)
CHEIKH: Aprendeu (Guiné)
CHEOPS: Um faraó da iv dinastia do Egito
CHEWE: Pessoa querida (Etíope)
CHICHA: Amado, querido (África Ocidental)
CHIMEZIE: Deus conserta as coisas como ele deseja (Ibo da Nigéria)
CHINEDU: Primeiro filho (Ibo Da Nigéria)
CHINUA: Bênções de Deus (Ibo da Gana)
CHIOKE: Abençoado pelos deuses
CHISULO: Forte como aço
COFFIE: Nascido na Sexta-Feira
COUJOE: Nascida na Segunda-Feira
DAKARAI: Alegria
DALMAR: Versátil (Somali)
DANJUMA: Nascido Sexta-Feira
DANSO: Confiante, seguro (Ashanti Da Gana)
DAREN: Nascido de noite (Hausa da África Ocidental)
DIA: Campeão (África Ocidental)
DIARA: Presente, dádiva (África Ocidental)
DIJI: Fazendeiro (Ibo da Nigéria)
DINARI: Nossa estrela brilhante
DUME: O touro (Quênia)
DUMISANI: Louva (Zulu da África do Sul)
EBO: Nascido na Terça-Feira
EDET: Nascido em dia de mercado (Efik Da Nigéria)
EFUNSEGUN: Criança de Obatala (Yoruba Da Nigéria)
EHIOZE: Acima da inveja dos outros
EKOW: Nascido na Quinta-Feira (Fante Da Gana)
EKUNDAYO: Torna duelo em alegria
ENO: Presente (Nigéria)
ERASTO: Homem de paz (África Oriental)
ESSIEN: A criança de todos (Efik da Nigéria)
ESTRONDO: Grande (Congo)
EZE: Rei
FARAJI: Consolo, alento (Swahili)
FELA: Guerreiro (Africano do Oeste)
FIFI: Nascido na Sexta-Feira
FONTE: http
FYNN: Gana
GAHIJI: Caçador
GAHIJI: Caçador
GAMBA: Guerreiro
GAMBA: Guerreiro
GANA: Chefe de Guerra
GANA: Chefe de Guerra
GEBRE: Oferta, oferecimento (Tigrinya)
GEBRE: Oferta, oferecimento (Tigrinya)
GETEYE: Meu mestre (Amharic)
GETEYE: Meu mestre (Amharic)
GHALI: Caro (Kiswahili)
GHALI: Caro (Kiswahili)
GHEDI: Viajante (Somali)
GHEDI: Viajante (Somali)
GUEDADO: Procurado por Ninguém (Fulani de Mali)
GUEDADO: Procurado por Ninguém (Fulani de Mali)
GYAMFI: Ashanti da Gana
GYAMFI: Ashanti da Gana
GYASI: Maravilhoso
GYASI: Maravilhoso
IDOWU: Nascido depois dos gêmeos
IKE: Força (Ibo Da Nigéria)
INIKO: Nascido em tempos difíceis (Efik Da Nigéria)
IPYANA: Graça divina
ISSA: O Messias (Swahili)
IYASU: (Tigrinya Da Etiópia)
JAALI HRU RA HOTEP: Poderoso sol, deus da paz (Núbio)
JABARI: Valente, forte (Suazilândia)
JABULANI: Feliz
JAFARI: Digno (Swahili)
JAHARI: Jovem forte e poderoso (Afro Americano/Porto Rico)
JAHI: Dignidade (Swahili)
JAJA: Presente de Deus (Ibo da Nigéria)
JAWARI: Paz amorosa (Senegal)
JELA: O pai sofreu durante o nascimento (Swahili)
JELANI AGYEI: Mensageiro poderoso
JIMA: (Etiópia)
JOMO: Fazendeiro (Gikuyu do Quênia)
JUMA: Nascido na Sexta-Feira (Swahili)
KAMAU: Guerreiro quieto
KAMBAMI: O filho que fala pelo Pai ( Kimbundo- Angola)*
KANELO: Bastante, suficiente (Xhosa da África do Sul)
KANTIGI: Uma pessoa fiel (Ibo da Nigéria)
KASHKA: Amigo, amistoso (Nigéria)
KATO: Segundo nascido dos gêmeos (Runyakore de Uganda)
KAUNADODO: O mundo não tem nenhum degrau (Oshiwambo - Namibia)
KAYIN: Criança muito aguardada (Yoruba da Nigéria)
KEITA: Adorador (Africano do Oeste)
KENAN: Nome masculino (Malauí)
KENYATTA: Músico (África Oriental)
KHAMISI: Nascido Quinta-Feira
KIJANA: Juventude (Kiswahili)
KIMONI: Monarca ou grande homem
KITO: Precioso (Swahili)
KOBBI: Nascido Terça-Feira (Fanti Da Gana)
KOBBINA: Nascido Terça-Feira (Fanti Da Gana)
KODWO: Nascido Segunda-Feira
KOFI: Nascido Sexta-Feira (Gana)
KOJO: Nascido Domingo (Ashanti da Gana)
KOKUMUO: O que não morrerá
KOLAPO: Toda a riqueza deve unir (Yoruba da Nigéria)
KUMI: Vigoroso (Akan de Gana)
KWABENA: Nascido Terça-Feira (Akan de Gana)
KWAKU: Nascido Quinta-Feira (Akan de Gana)
KWAME: Nascido Sábado (Akan de Gana)
KWESI: Nascido Domingo (Akan de Gana)
LABAAN: Somali
LEABUA: Falante
LINDANI: Paciente (Zulu da África do Sul)
LISIMBA: Leão
LUMUMBA: Presenteado (Congo)
LUNGILE: O Bom (Zulu da África do Sul)
LUSALA: Chicote (Luhya do Quênia)
LUTALO: Guerreiro
MABILI: Vento do leste trazendo religião e cultura
MALIK: Monarca (Somália)
MAMELLO: Paciente (Basotho Lesoto)
MANU: Segundo filho (Akan Gana)
MASHUDU: Sortudo (Venda da África do Sul)
MATUNDE: Frutos (Luya Quênia)
MAZI: Senhor (Senegal)
MENEFER: Bonita Cidade (Kemet/Egito)
MHINA: Agradável
MINKAH: Justiça (Tanzânia)
MODUPE: Agradecido, grato
MONGO: Famoso (Yoruba da Nigéria)
MONTSHO: Negro
MOPATI: Ajudante (Botsuana)
MORENIKE: Boa sorte (Nigéria)
MOSI: Primeiro filho (Swahili)
MOTHUSI: Ajudante (Tswana de Botsuana)
MUENDA: O que gosta dos outros (Meru do Quênia)
MUGAMBI: Rei (Quênia)
MULALO: Paz (Venda da África do Sul)
MUNYIKA: Terra (Shona de Zimbábue)
MUNYIKA: Terra (Zimbábue)
MUZI: Casa (Zulu da África do Sul)
MWAKA: Nascido da nova eva (Buganda de Uganda)
NAKIA: Fiel (Egito)
NANGILA: Nascido em uma jornada
NASSOR: Vitorioso
NDASUUNYE: Desencorajado (Oshiwambo da Namibia)
NDULU: Irmão (Ibo da Nigéria)
NGOZI: Uma bênção
NJANU: Búfalo jovem (Kikuyu do Quênia)
NKHANGWELENI: Perdoe-Me (Venda da África do Sul)
NKOSI: Soberano
NKRUMAH: Nono filho
NNAMDI: O pai retornou (Nigéria)
NURU: Nascido durante o dia
NYACK: Forte ouvido, o que nunca desistirá
NYAMEKYE: Presente de Deus
OBA: Rei (Benin)
OBASI: Em honra de Deus (Ibo da Nigéria)
OBI: Coração (Ibo da Nigéria)
OBIKE: De família forte (Ibo da Nigéria)
OBIOMA: Bom coração (Igbo da Nigéria)
ODE: Nascido na estrada
ODIAMBO: Filho nascido no inverno (Quênia)
OHINI: Chefe (Akan Da Gana)
OJI: Portador de presentes (Ibo da Nigéria)
OKPARA: O primeiro filho
OKWUI: Palavra de Deus (Ibo da Nigéria)
OLAITAN: Bênçãos não sem fim (Yoruba de Benin)
OLAKUNDE: O valoroso chegou (Yoruba da Nigéria)
OLU: O que será famoso
OLUFEMI: Deus me ama
OLUGBENGA: Deus me reergueu (Yoruba da Nigéria)
OLUWAFEMI: Deus me ama (Yoruba da Nigéria)
OLUWA-SEYI: Deus o fez (Yoruba da Nigéria)
ONYINYECHI: Presente de Deus (Igbo da Nigéria)
ORUM: Domingo (Brasil)
OSAHAR: Deus escuta
OTIENO: Nascido numa noite
PAKI: Testemunha (Xhosa África do Sul)
PENHA: Amado (Swahili)
PEPONI: Céu do Paraíso
PHOMELLO: Tem sucesso (A África Do Sul)
PILI: Segundo filho (Swahili)
POPO: Morcego (Kiswahili)
PRA: Rio (Akan de Gana)
PUPA: Muito ambicioso (Kiswahili)
QWALHATA: Rainha núbia que governou o Egito na XXV dinastia.
QWARA: Pessoa que fala o idioma cushitic na Etiópia (Antigo idioma)
RAEKWON: Talentoso com as palavras (Nigéria)
RAFIKI: Amigo (Kiswahili)
RAHSAAN: Versátil (Americano Africano)
RAKANJA: (Muarusha da Tanzânia)
RAS: Cabeça, líder (Um Título Etíope)
RASHID: Guiado corretamente (Swahili)
RETTA: Ele venceu.
ROHO: Alma (Kiswahili)
RON: Alegria , também pessoa da Nigéria
RUDO: Amor
RUNAKO: Bonito
SADIKI: Fiel
SALEHE: Bom
SALONGO: pai de gêmeos (Baganda de Uganda)
SEF: Ontem (Egito)
SEFU: Relva (Swahili)
SEGODI MOGOTSI: Africano
SEKOU: Aprendeu Guiné)
SELASSIE: Trindade (Etiópia)
SELASSIEE: Poder da Trindade (Etiópia)
SEMELO: Pessoa de respeito, estatura e dignidade (Basotho do Lesoto)
SENTWALI: Corajoso
SHAABONI: nascido no oitavo mês
SHANETTE: influenciará a todos (Afro-Americano)
SHOMARI: Forte (Swahili, Congo)
SHOMBAY: Passeia como um leão (Swahili)
SILKO: Monarca nos Núbios
SIMBA: Leão (Kiswahili)
SIPHO: Presente, (Xhosa da África do Sul)
SISI: Nascido do Domingo
SULE: Aventureiro (África Ocidental)
TAHARKA: Monarca do Egito na XXV Dinastia
TAHIR: Puro (Egito Árabe)
TALIB: Buscar (Quênia)
TAMIRAT: Milagre (Etiópia)
TANO: Nome masculino, rio de Tano (Gana)
TAU: Leão (Tswana de Botsuana)
TAWONGA: Nós somos gratos (Tumbuka da Costa do Marfim)
TAYE: Ele havia sido visto (Etiópia)
TA'ZIYAH: Alma Apaixonada (Gana, Tafari
TEBOGO: Presente, Dádiva (Tswana da África do Sul)
TEDROS: Presente de Deus (Etiópia)
TEGENE: Meu protetor (Etiópia)
TEMILADE: A coroa é minha (Yoruba da Nigéria)
TEMITOPE: Sempre agradecendo a Deus (Nigéria)
THABO: Felicidade (Sesotho Lesoto)
THATO: Amor (Botsuana)
THEMBA: Ter Fé, esperar (Zulu da África do Sul)
THEMBI: Esperança (Zimbábue)
THEMDO: Um evento maravilhoso (África Ocidental)
THIKHATHALI: Despreocupado (Venda da África do Sul)
THILIVHALI: Que não esquece (Venda da África do Sul)
TINOCHIKA: Nós vivemos com medo (Zimbábue)
TOMI: Pessoa (Kalarbari da Nigéria)
TOURE: Sobrenome que indica pessoa de Soussou Ou Maninka
TSHEPO: Ter Fé e esperar. (Tswana África do Sul)
TSHIFHIWA: Dádiva (Venda da África do Sul)
TUAMANGULUKA: Nós estamos livres (Oshiwambo da Namibia)
TUMAINI: Esperança
TUPAC: Guerreiro, líder, mensageiro
TUTU: Um Sobrenome de Africano do Sul
UBANI: Incenso
UBEKWENISHA: Mãe do íntegro (Yaruba de Burundi)
UCHENNA: Plano de Deus (Swahili)
UCHI: Nudez
UNIKA: Eleve, erga, levante
UPENYU: Vida (Shona do Zimbábue)
USUTU: Marrom (Basatho do Lesoto)
UUKA: Surja, apareça
UZOMA: Siga o caminho certo (Ibo da Nigéria)
VINZA: Uma pessoa da Tanzânia
VUAI: Salvador
WAMBUA: Nascido na estação chuvosa (Kamba do Quênia)
WAMUKOTA: Canhoto
WANJALA: Cervejeiro (Kikuyu do Quênia)
WEKESA: Nascido durante a colheita (Luhya do Quênia)
XOLA: Fique em paz (Xhosa da África do Sul)
YAHYA: Presente de Deus (Swahili)
YAO: Nascido Quinta-Feira (Ovelha Gana)
YERA: Guerreiro (África Meridional)
YERODIN: Estudioso (Congo)
YOHANCE: De Deus (Hausa Da África Ocidental)
YOHANESS: Presente de Deus (Etiópia) Zahur
ZEBENJO: Evite os pecados (Ibo Da Nigéria)
ZERE: O descendente (Etiópia)
ZIFA: (Ijaw do Níger)
ZUHRI: Bom olhar (Swahili)
ZULU: Céu, um grupo étnico na África do Sul
ZURI: Belo (Kiswahili)
ZWANGA: Meu ou que pertence a mim (Venda da África do Sul)


Fonte: Dicionário vários
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