Cooperativa de Cultura na Economia Solidária: Entende-se por empreendimento econômico solidário aquela atividade econômica de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizado sob a forma de autogestão. Os empreendimentos solidários distinguem-se dos empreendimentos capitalistas porque tem uma gestão democrática, relações intersubjetivas de trabalho, trabalho em rede, participação cidadã, mutualismo, respeito aos direitos sociais e trabalhistas e superação do trabalho alienado.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Vacina Gratuita Contra HPV para Mulheres
Mulheres com idade entre nove e 45 anos poderão ter o direito de receber gratuitamente a vacina contra o papilomavírus humano (HPV) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É o que prevê projeto aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta quinta-feira (30). A ideia é oferecer para a população nessa faixa etária um aliado no combate ao HPV, vírus transmitido por contato sexual que vem sendo considerado a principal causa do câncer do colo de útero.
O projeto, de iniciativa da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), foi a exame com voto favorável da relatora, a senadora Ângela Portela (PT-RR). A matéria seguirá agora para exame na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde receberá decisão terminativa . Portanto, se aprovado, poderá passar diretamente a exame na Câmara dos Deputados.
Vanessa Grazziotin observa no projeto que o câncer de colo uterino é o segundo tumor maligno de maior incidência na população feminina no país, só perdendo para o câncer de mama. Citando dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), afirma que são estimados 18.430 novos casos da doença e 4.800 mortes por ano. Além disso, observa que a maior incidência ocorre entre mulheres de baixa renda e menor escolaridade nas regiões Norte e Nordeste.
Apesar dos altos custos associados a um programa abrangente de vacinação contra o HPV, a relatora, Ângela Portela, afirma que os avanços sociais e sanitários vão superar os gastos com ampla vantagem. Atualmente, a vacina é oferecida apenas em clínicas privadas, por preços nunca inferiores a R$ 600,00 pelas três doses necessárias e que podem chegar perto de R$ 1.500,00 em alguns estabelecimentos.
No debate, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) observou que pode ser difícil assegurar a vacina a toda a população feminina, de forma imediata, em país tão grande. Porém, salientou que nada impede que a vacina comece a ser aplicada, especialmente nas regiões onde se registra a maior incidência de infecção pelo HPV.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
segunda-feira, 22 de julho de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Núcleo de Formação de Agentes de Cultura da Juventude Negra
Fundação Cultural Palmares oferece oficina de capacitação do NUFAC 2013 em São Paulo
O encontro vai esclarecer dúvidas e passar orientações sobre as condições e exigências estabelecidas no Edital, que está com inscrições abertas até 30 de julho
Representantes de entidades privadas sem fins lucrativos que atuam na área de educação e cultura poderão participar da oficina Entendendo o Edital NUFAC 2013, que acontece na próxima quinta-feira, 25 de julho, em São Paulo/SP. O encontro, que pretende tirar dúvidas e dar orientações sobre as condições e exigências estabelecidas no Edital, será realizado na próxima quarta-feira, 25 julho, às 19h, no Auditório do Ministério da Cultura.
Com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC), a Chamada Pública nº 01/2013 já está na segunda edição e vai investir cerca de R$ 4 milhões na criação de 10 Núcleos de Formação de Agentes de Cultura da Juventude Negra (NUFAC’s) – centros que vão oferecer capacitação profissional para 1.200 jovens negros e negras em todo o Brasil, entre 15 e 29 anos. Os projetos poderão ser inscritos até o dia 30 de julho.
Os agentes culturais formados pelos núcleos, ao final do processo, deverão estar aptos a desenvolver atividades profissionais no mercado de trabalho na área da cultura, inclusive nos programas do Ministério da Cultura, a exemplo dos Centros de Artes e Esportes Unificados - CEUS. No rol de cursos que poderão ser oferecidos, podemos citar o curso de cenotecnia, desenhista de moda, disc-jóquei (Dj), figurinista, operador de áudio, produtor cultural, produtor de vídeo, ilustrador, dentre outros.
As propostas deverão apresentar criatividade, inovação e articulação com outras ações e iniciativas pedagógicas.
Para conhecer as demais regras do Edital, acesse: http://www.palmares.gov.br/nufac
Serviço:
Oficina “Entendendo o Edital NUFAC 2013”
Responsável Técnica: Leila Calaça
Data: 25 de julho de 2013
Horário: 19h
Local: Auditório do Ministério da Cultura – Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos (Funarte)
Mais informações: (11) 2766-4300 ou pelo e-mail: fcp.sp@palmares.gov.br
quinta-feira, 18 de julho de 2013
CLUBES DE TROCA: O QUE HÁ DE NOVO?
CLUBES DE TROCA: O QUE HÁ DE NOVO?
Heloisa Primavera, heloisa@alliance21.org
1. O que é um clube de trocas
Muito brevemente, um clube de trocas é o produto da decisão de um grupo de pessoas de juntar as necessidades de consumir de umas, com capacidades de produzir de outras, que não poderiam
encontrar-se por falta de dinheiro. Ou seja, pessoas que tem algo para “oferecer” e pessoas que tem algo para “consumir” fazem a troca desses produtos e serviços, sem que a presença do dinheiro seja determinante. Para fazer o “papel” de dinheiro, cria-se um bônus que serve como “informação” sobre as operações mas são produzidas e controladas pelo próprio grupo, de modo que sempre existirá a quantidade necessária para as trocas possíveis: nem mais, nem menos... Os bônus devem ser usados permanentemente, não produzem juros, portanto não servem para ser “poupados”, dai o nome de “moeda social”. Também é importante que todos os participantes produzam e consumam, sendo por isso chamados de “prossumidores”. Mais do que “clubes de troca” , preferimos denominá-los “redes de trocas solidárias”, para enfatizar o caráter socialmente útil e transformador da iniciativa.
2. O que não é um clube de trocas
No sentido assinalado anteriormente, não são necessáriamente “clubes de troca” ou “redes de trocas solidárias” aquelas iniciativas que violam os princípios de igualdade de direitos e solidariedade nas condições de produção, comercialização e consumo de seus produtos e serviços. Por exemplo, os “bons negócios” que exploram o trabalho de terceiros não são “clubes de troca” da economia solidária... As iniciativas que não usam dinheiro mas também não geram qualidade de vida e distribuição da riqueza
não são “clubes de troca” da economia solidária...
3. O que é fácil fazer num clube de trocas
Sempre que houver disposição de produzir e consumir em condições de distribuição da riqueza e dos talentos de todos, será muito fácil organizar e manter um clube de trocas solidárias. Podem consultar materiais específicos (Cartilha de Alfabetização Econômica: http://www.redlases.org.ar) ou visitar iniciativas perto de suas localidades. Quando existe experiência de organização comunitária, o clube é uma prolongação da mesma; quando não existe, sua implementação é geradora desta...
4. O que é difícil fazer num clube de trocas
Como o homem é um animal de hábitos, é preciso mexer muito profundamente em nossos hábitos de consumo para que um clube de trocas cresça e tenha impacto no grupo e na comunidade. Nesse sentido, parece fácil, mas não o é tanto... Além de usar a moeda social em vez do dinheiro, para que o sistema cresça é preciso produzir e consumir de outra maneira: dentro da maneira própria da economia solidária, que distribui a riqueza a todos e respeita o meio ambiente, com critério de desenvolvimento local integral e sustentável.
5. Qual é a maior contribuição para a economia solidária
Se tivermos que definir muito sinteticamente qual foi a maior contribuição das redes e clubes de troca para a economia solidária, com certeza diríamos que foi alterar profundamente uma equação
econômica fundamental - a equação do Mercado. Graças a eles, o dinheiro desapareceu de seu lugar fundamental, para uma boa parte do mercado representado pelo consumo de bens e serviços da vida
quotidiana.
Se o Mercado requeria para sua realização que existisse, basicamente, matéria prima, conhecimento para transforma-la, produtores para executar os bens ou serviços, consumidores para compra-los e DINHEIRO para fechar o circuito, a experiência dos clubes de troca mostrou até que ponto o dinheiro pode ser substituído pela moeda social, uma simples ferramenta produzida pela comunidade, afim de permitir as trocas entre produtores e consumidores. Nesse sentido, a experiência mais significativa dos últimos anos é a das redes de troca da Argentina, que começaram com 23 pessoas em maio de 1995 e em abril de 2002 chegaram a uma cifra estimada em CINCO MILHÕES DE PESSOAS!
Ou seja, se na economia tradicional :
MERCADO = matéria prima + conhecimento + Produtor + Consumidor + Dinheiro (escasso;)
enquanto na economia solidaria:
MERCADO=matéria prima + conhecimento + Produtor + Consumidor + moeda social (suficiente)
A escassez de dinheiro pode, então, ser enfrentada com o compromisso e a organização da comunidade, com a resposta das redes e clubes de troca!
6. Qual é a maior contribuição para a vida de uma comunidade dada?
Se reconhecemos que, ao eliminar a presença do dinheiro como fator fundamental, as redes de troca permitem as pessoas melhorar significativamente seu bem viver e o dos demais, compreendemos
também as conclusões a que chegaram um dos grupos de trabalho do Programa de Alfabetização Econômica, que definiu assim seu processo de aprendizagem profundo, logo após festejar os três meses de funcionamento impecável de seu primeiro clube de trocas:
1. A pobreza não passa de um grande mal entendido!
Podemos produzir toda a moeda social necessária para o intercâmbio de tudo o que somos capazes
de produzir e consumir!
2. A solidariedade é mesmo o melhor negócio!
Só é possível jogar o jogo ganha-ganha na economia solidária! Se aprendemos a produzir cooperativamente (em vez de competitivamente), a consumir em forma ética e responsável e a usar a moeda social em vez do dinheiro tradicional.
3. A prosperidade é mais um ponto de partida que de chegada: é compreender que os recursos do planeta são de nós todos e responsabilizar-nos por criar formas legitimas de apropriação do planeta em beneficio dos mais necessitados, que vivem fora do sistema porque acreditam que riqueza e’ dinheiro!
Como sempre, depois dos primeiros caminhos percorridos, hoje sabemos que o desafio é FAZER! E deixar de ver para crer e começar a crer... para ver!
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o que é economia solidária;
terça-feira, 16 de julho de 2013
Seminário Relações Internacionais Brasil-África na Área da Cultura
Fundação Cultural Palmares Promove Seminário Relações Internacionais Brasil-África na Área da Cultura, dias 19 e 20 de julho, em São Paulo.
O objetivo do Seminário Relações Brasil-África na área da Cultura é estabelecer um contato mais próximo com organizações e movimentos que trabalham com cultura negra, com vistas a potencializar sua inserção na agenda cultural global e qualificar as ações internacionais da Fundação Cultural Palmares. Em um mundo em que a cultura eurocêntrica domina os principais veículos de interação internacional, a idéia da oficina é dialogar sobre as relações Brasil-África-Afrodescendência no sentido de conhecer os direcionamentos do governo brasileiro no tema; discutir caminhos alternativos para a inserção da cultura negra na agenda governamental; e influir de forma qualificada nos desenhos das relações culturais e de cooperação internacional do Brasil com o continente e com a cultura negra na Diáspora. Os produtos desse diálogo serão base para um exercício coletivo de elaboração de projetos de cooperação internacional e para reflexões sobre o desenho das ações internacionais da Fundação Cultural Palmares.
terça-feira, 9 de julho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
Trabalhos desenvolvidos no projeto UNIVERSIDADE LIVRE E COLABORATIVA serão apresentados:
Nesta quinta, 27, 19:00 no CEU Perus,
sexta, dia 28, 17:30, na FAU USP, cidade universitária!
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Planejamento e Desenvolvimento Local
segunda-feira, 24 de junho de 2013
"Eis a catástrofe!" (que pode ser consertada)
Se o gigante fascista acordou agora, que ao menos não queira atropelar quem nunca dormiu (ou que caia no sono profundo de novo e nunca mais acorde)
24/06/2013
Por Camila Petroni e Débora Lessa
A semana dos dias 17 a 21 de junho, foi bastante confusa no que diz respeito às manifestações populares Brasil afora. Apesar da quantidade de pessoas que têm ido às ruas em várias cidades do país, dos rumos que essas manifestações têm tomado em cada cidade (cada qual com suas particularidades e com alguns pontos comuns em todas) e das conquistas em relação ao preço da passagem de transportes públicos em algumas delas, nossos comentários se limitarão aos atos em São Paulo, sobretudo pela questão da proximidade real, uma vez que nós duas moramos aqui.
O Movimento Passe Livre teve alcançado o objetivo da reivindicação que moveu primordialmente os atos recentes: em São Paulo, no dia 16/6, Haddad e Alckmin anunciaram a redução dos valores das passagens, voltando de R$ 3,20 para R$ 3,00. A luta poderia não acabar aí, sabemos que esse foi o primeiro passo para que consigamos mudar outras tantas questões. Na verdade, a luta não acabou, mas sementinhas que poderiam crescer e rachá-la, se tornaram árvores (quase gigantes).
A conversa pra gigante acordar, sobre a não presença de partidos políticos nas manifestações, é presente desde o início delas (com a viralização dos atos, na semana retrasada com a ação truculenta da polícia e com o posterior “apoio” da “grande” mídia).
Nas redes sociais, via-se à beça comentários ofensivos nas páginas do atos, pedindo que os partidários enfiassem suas bandeiras aqui e acolá. Ao mesmo tempo, as manifestações nas ruas foram tornando-se carnavalescas e com cara de comemoração de final e Copa com o Brasil campeão, em vários sentidos, desde a enxurrada de verde e amarelo que tomara conta dos acontecimentos até as músicas alegres tocando de fundo e sorrisos felizes nos tantos rostos que ocupavam a Avenida Paulista.
É claro que a baixa do preço da tarifa é motivo para comemorar, mas, aproveitando o ensejo de "sede de mudança", a seriedade da luta é mais do que necessária.
Como dissemos em artigo anterior (Os perigos da "pátria amada"), em algumas leituras mal interpretado, o medo dos caminhos que o "gigante acordado" (na verdade, parte dele, uma vez que vários setores da sociedade nunca tiraram um cochilo sequer) pode percorrer, se mantém.
Uma de nós é professora em uma escola do Estado. Como não poderia ser diferente, o assunto mais comentado da semana, em sala de aula, foram as manifestações. As impressões de uma aluna, mais do que um tapa na cara da sociedade, foram essenciais para nos determos à urgência de retomarmos o foco, e reivindicarmos o que realmente interessa: "Professora, achei legal as manifestações, mas eu não posso ir porque depois do trabalho corro para casa... e moro longe de onde estão acontecendo. Sabe, minha patroa está indo aos atos... primeiro foram os filhos, agora ela vai junto. Ela disse que está tudo lindo, que temos que lutar pelos nossos direitos... que quem sustenta o país é a classe média... Aí, eu fiquei me perguntando, se temos que exigir nossos direitos por que ela não assina minha carteira de trabalho (e já tem onze anos que trabalho com ela)?
Não aguentei e perguntei para ela, que me disse que não assina porque teria que descontar do meu salário e só o governo ia lucrar com isso. Sabe, errado... se quer lutar pelos direitos dela, deveria me dar os meus direitos também".
Com o comentário da aluna, a reflexão fica ainda mais intensa: para quê e por quê a Avenida Paulista ficou tomada durante toda a semana? O primeiro ponto que nos fez querer entender um pouco mais os ocorridos foi a falta de foco e o público predominante nelas, composto pela chamada "classe média". A falta de foco é possível verificar pelos cartazes levantados, bem como por enquetes feitas na internet.
Também por opinião da mídia de massa e de seus ideólogos, estudiosos, especialistas, etc, que, definitivamente, não trazem consigo o discurso das classes populares, que, aliás, ajudaram na exaltação geral que pulverizou o(s) movimento(s). Como se não bastasse, o discurso contra as bandeiras de partidos e movimentos sociais tornaram-se prática, e no dia 20 de junho, quinta-feira, a esquerda foi, literalmente, atacada pela direita.
De ameaças verbais, em coro e cusparadas a socos e porradaria, sujeitos de grupos urbanos conservadores e também pessoas não ligadas a esses grupos mas "antivermelhos", entraram em ação, de forma que tanto o próprio MPL, quanto partidários, militantes sociais e simpatizantes tiveram que sair do ato (que comemoraria a baixa dos preços das passagens), assustados.
Dentre as bandeiras rasgadas, estava a da UNEafro. Uma das fotos que mais circularam foi a de um homem, enrolado na bandeira nacional, rasgando a bandeira do PT com os dentes. O gigante está com fome! Enquanto isso, o verde e amarelo ficava mais visível...
Queremos salientar que não há problema em gostar do país, não há problema real, por ora, em se pintar o rosto com determinadas cores, mas a informação é sempre útil, a fim de que possamos perceber em que duros momentos históricos deu-se o uso da bandeira nacional e do lema "Ordem e Progresso" como reforço ideológico (movimentos burgueses, como a Proclamação da República, a Ditadura Militar, dentre outros).
A manifestação pelo descontentamento da postura adotada por partidos hegemônicos é legítima, mas também pode esconder o perigo da intolerância (e da ignorância).
Fazer "pontes históricas" é um tanto delicado, mas, como diria Walter Benjamin, "a verdadeira imagem do passado perpassa, veloz", sobretudo quando vivemos dias como os últimos e nos lembramos de ditos do Ato Institucional nº 2, de 27 de Outubro de 1965: "A Revolução é um movimento que veio da inspiração do povo brasileiro para atender às suas aspirações mais legítimas: erradicar uma situação e um governo que afundava o País na corrupção e na subversão [...] .Art. 18.
Ficam extintos os atuais partidos políticos e cancelados os respectivos registros”. A luta pela não criminalização dos movimentos sociais e partidos de esquerda é histórica e importantíssima, defender o fim deles é um retrocesso sem precedentes.
Segundo Gramsci, “os ‘partidos’ podem se apresentar sob os nomes mais diversos, mesmo sob o nome de antipártido e de ‘negação dos partidos’”. Ta aí o perigo do "antipartidarismo", que pode ser um disfarce da defesa de partidos ultraconservadores, mesmo que ainda não existam (ou não existam mais).
Além do repúdio à esquerda, outro ponto que nos faz arregalarmos os olhos em relação a essa avalanche de acontecimentos ainda sem possibilidade de análise certeira, apenas de leituras sugestivas, é a mudança do tom que veículos da mídia de massa utilizam sobre a conjuntura. Antes, "baderneiros", segundo colocações destes veículos, agora formam o povo que está nas ruas por um Brasil melhor na "festa da democracia", são os "caras pintadas" do XXI.
Esse apoio significou o inchaço de pessoas nas manifestações, de modo que, na quinta-feira, dia 20, mais de um milhão de indivíduos saíram às ruas, pelo Brasil todo.
Uma enquete feita no domingo, dia 23, por um programa de grande audiência, apontou que, para 38% dos entrevistados, o motivo de estarem nas ruas estão ligados ao transporte público (apenas 28% se declaram contra o aumento das tarifas). 30% dos manifestantes têm como motivo de manifestação a política (na enquete foi colocado dessa forma genérica) e 24% a corrupção.
Um trecho da pesquisa traz: "Mas quando o Ibope leva em conta não apenas a primeira, mas as três primeiras respostas dadas espontaneamente pelos manifestantes, o transporte cai para o segundo lugar. A política aparece em primeiro, com 65%. A questão política mais citada foi a corrupção, apontada por quase a metade dos manifestantes como motivo para protestar. A soma dá mais de 100% porque o mesmo entrevistado podia apontar três motivos".
Sempre há um jeito de direcionar a pesquisa... As manifestações cresceram, e, junto com elas, a perda de unidade.
Por falar em política, boa parte da massa manifestante é considerada "neutra", o que podesignificar que, em algum momento, tomem certa posição definida. Há algo novo no ar, inegavelmente, que pode gerar um quadro bom ou ruim para os que defendem, acima de tudo, a liberdade. Que os ventos fascistas, fortes, não atinjam as áreas imparciais...
Portanto, no momento, a união se faz necessária, sendo a pauta principal a liberdade de manifestação aos setores libertários (quem imaginaria que um dia estaríamos lutando por isso novamente), tendo outras motivações como "Tarifa Zero" e "Desmilitarização da Polícia".
Para isso, diversos atos e levantes anticonsevadorismo estão sendo organizados, sobretudo nas periferias paulistanas. Se o gigante fascista acordou agora, que ao menos não queira atropelar quem nunca dormiu (ou que caia no sono profundo de novo e nunca mais acorde).
Camila Petroni é historiadora pela PUC-SP, Assistente Editorial e mestranda em História Social pela PUC-SP.
Débora Lessa é socióloga pela PUC-SP, Professora de Sociologia e mestranda em Ciência Política pela PUC-SP.
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"Eis a catástrofe!" (que pode ser consertada)
sexta-feira, 21 de junho de 2013
LEI Nº 7.783, DE 28 junho 1989 - POLO NO ATO CONTRA O AUMENTO DA TARIFA BRASILÂNDIA LEVANDO SUA MENSAGEM
EDUCAÇÃO + CULTURA = TRABALHO + RENDA.
Juntos, cada um com sua mensagem iremos construir um Brasil melhor!
Um momento único para pessoas que nasceram ou viveram na Vila Brasilândia.
Ideias que movimentam pessoas! JUSTIÇA E IGUALDADE!
Arte e Paz em todas as Periferias!
ENERGIA NÃO NOS FALTA PARA GRITAR E TOCAR NOSSOS TAMBORES...
"Tambor... Tambor, vai buscar quem mora longe...". Nossos gritos e tambores ecoa na Brasilândia... Vem pra Rua...
LUTA PELOS DIREITOS É GARANTIA DE CONDIÇÕES DE VIDA, SAÚDE, EDUCAÇÃO E CULTURA...
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7783.htm
Link do evento no facebook: http://www.facebook.com/events/599433493414304/
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7783.htm
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EDUCAÇÃO + CULTURA = TRABALHO + RENDA
terça-feira, 18 de junho de 2013
POVO, PALAVRA E PODER!
SEXTO GRANDE ATO NAS RUAS DE SÃO PAULO, NA PRAÇA DA SÉ(CENTRO).
FOTO: MÍDIA NINJA
MOVIMENTO NACIONAL PELA REDUÇÃO DE TARIFAS DOS TRANSPORTES PÚBLICOS.
MAIS DE 250 MIL PESSOAS NAS RUAS PELO BRASIL. O POVO NAS RUAS!!!

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PROTESTOS PELA REDUÇÃO DAS TARIFAS NO BRASIL;
domingo, 16 de junho de 2013
TRAGAM CARTAZES E PANFLETOS. VAMOS NOS MANIFESTAR SEM VIOLÊNCIA, ASSIM COMO TEM SIDO NAS MANIFESTAÇÕES DO CENTRO.
Quarta-feira
-19/06/2013 às 18:00 !
Ato contra o aumento da tarifa do transporte público - 3,20
Sem Chance !
3,20 LITERALMENTE TÁ TIRANDO A FAVELA !
CONCENTRAÇÃO: IGREJA STO. ANTONIO - Rua Parapuã - 1903 -
Vila Brasilândia -
São Paulo.
Vamos ao ato na segunda no Lgo. da Batata 17/06/2013 as 17h.
E essa semana vamos somar aqui na periferia também.
Vamos tomar a cidade toda!!! A quebrada (Vila Brasilândia)
não pode e não está vendada diante das impurezas do Estado Opressor !
Como dizemos na nossa quebrada, " AQUI NINGUÉM TÁ DE
CHAPÉU ATOLADO"
"VEM, VEM, VEM PRA RUA VEM, CONTRA O AUMENTO !"
Venham que a causa é legitima. Os próprios moradores do
bairro estão se articulando.
O ATO É VERDADEIRO !
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Um novo Documentário feito pelo mais novo Diretor Avelino Regicida
FEMINISMO NEGRO CONTADO EM PRIMEIRA PESSOA
DO MORRO PRODUÇÕES
25 de Julho no CCJ as 20 horas
https://www.facebook.com/pages/Do-Morro-Produ%C3%A7%C3%B5es/536238349726212?fref=ts
https://www.facebook.com/pages/Do-Morro-Produ%C3%A7%C3%B5es/536238349726212?fref=ts
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quinta-feira, 13 de junho de 2013
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Movimento de Revolução e Reforma do Ensino do Brasil
A REVOLUÇÃO COMEÇA NA ESCOLA NA DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E APERFEIÇOAMENTO DAS DISCIPLINAS QUE INTEGRAM O ENSINO
O individuo em sua busca pelo conhecimento interessa, reflete sobre teoria e pratica. A postura política e metodológica permite ao interesse da autonomia a emancipação do homem na sociedade. O sujeito em conscientização de sua libertação traz em si a criticidade como um processo de alfabetização, promove ao homem transformar sua ação e compreensão no mundo.
A totalização da consciência, sobretudo CONVOCA o individuo a interrogação, a auto reflexão é presença e distancia no mundo: a distância é a condição da presença. A consciência de si e a consciência do mundo crescem juntas e em razão direta, umas comprometidas com a outra.
Para que o dialogo permaneça vivo, o meio interage para que se movimente para a auto-conscientização, a realidade problema como processo, e a alfabetização como interações do mundo externo e interno, que assim faça respeito pelas reciprocidades que desembocam nas condições sociais dos direitos condizentes a cada um e a qualquer participante da sociedade.
VAMOS LUTAR PELA PROPOSTA DE REFORMA EDUCACIONAL
Inclusão das disciplinas no ensino médio 2ªGrau em tempo integral durante os anos subseqüentes dos alunos em escolas publicas, e recebessem bolsas de estudo no valor referente ao piso nacional de salário.
Essa bolsa seria concedida durante todo o período de duração do curso, e os alunos, no ato da matrícula, assinariam um termo de compromisso, no qual constasse que o recebimento da bolsa estaria diretamente vinculado ao aproveitamento e à assiduidade.
Para que assim se faça viável aos alunos pelos problemas de compactar o trabalho e sua continuidade em sua formação acadêmica, problema que se resolve com a remuneração, e conseqüentemente a ampliação das disciplinas regentes do ensino brasileiro.
I - DAS DISCIPLINAS DA PARTE ESPECÍFICA
Psicologia da Educação, Filosofia da Educação, Sociologia da Educação, História da Educação, Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental, Didática e Prática de Ensino e Estágio Supervisionado, Conteúdos e Metodologia de Língua Portuguesa, de Estudos Sociais (História e Geografia), de Ciências e Matemática
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE
“Ser cidadão significa ser sujeito de direitos e deveres. Cidadão é, pois, aquele que este capacitado da vida da cidade literalmente e, extensivamente, da vida da sociedade (...); ser cidadão significa, portanto, participar ativamente da vida em sociedade moderna, isto é, da sociedade cujo centro de gravitação é a cidade”. Saviani.
Fonte de Imagens Google
O individuo em sua busca pelo conhecimento interessa, reflete sobre teoria e pratica. A postura política e metodológica permite ao interesse da autonomia a emancipação do homem na sociedade. O sujeito em conscientização de sua libertação traz em si a criticidade como um processo de alfabetização, promove ao homem transformar sua ação e compreensão no mundo.
A totalização da consciência, sobretudo CONVOCA o individuo a interrogação, a auto reflexão é presença e distancia no mundo: a distância é a condição da presença. A consciência de si e a consciência do mundo crescem juntas e em razão direta, umas comprometidas com a outra.
Para que o dialogo permaneça vivo, o meio interage para que se movimente para a auto-conscientização, a realidade problema como processo, e a alfabetização como interações do mundo externo e interno, que assim faça respeito pelas reciprocidades que desembocam nas condições sociais dos direitos condizentes a cada um e a qualquer participante da sociedade.
VAMOS LUTAR PELA PROPOSTA DE REFORMA EDUCACIONAL
Inclusão das disciplinas no ensino médio 2ªGrau em tempo integral durante os anos subseqüentes dos alunos em escolas publicas, e recebessem bolsas de estudo no valor referente ao piso nacional de salário.
Essa bolsa seria concedida durante todo o período de duração do curso, e os alunos, no ato da matrícula, assinariam um termo de compromisso, no qual constasse que o recebimento da bolsa estaria diretamente vinculado ao aproveitamento e à assiduidade.
Para que assim se faça viável aos alunos pelos problemas de compactar o trabalho e sua continuidade em sua formação acadêmica, problema que se resolve com a remuneração, e conseqüentemente a ampliação das disciplinas regentes do ensino brasileiro.
I - DAS DISCIPLINAS DA PARTE ESPECÍFICA
Psicologia da Educação, Filosofia da Educação, Sociologia da Educação, História da Educação, Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental, Didática e Prática de Ensino e Estágio Supervisionado, Conteúdos e Metodologia de Língua Portuguesa, de Estudos Sociais (História e Geografia), de Ciências e Matemática
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE
O salário-educação, instituído em 1964, é uma contribuição social destinada ao financiamento de programas, projetos e ações voltados para o financiamento da educação básica pública. Também pode ser aplicada na educação especial, desde que vinculada à educação básica.
A contribuição social do salário-educação está prevista no artigo 212, § 5º, da Constituição Federal, regulamentada pelas leis nºs 9.424/96, 9.766/98, Decreto nº 6003/2006 e Lei nº 11.457/2007. É calculada com base na alíquota de 2,5% sobre o valor total das remunerações pagas ou creditadas pelas empresas, a qualquer título, aos segurados empregados, ressalvadas as exceções legais, e é arrecadada, fiscalizada e cobrada pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério da Fazenda (RFB/MF).
São contribuintes do salário-educação as empresas em geral e as entidades públicas e privadas vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social, entendendo-se como tal qualquer firma individual ou sociedade que assuma o risco de atividade econômica, urbana ou rural, com fins lucrativos ou não, sociedade de economia mista, empresa pública e demais sociedades instituídas e mantidas pelo poder público, nos termos do § 2º, art. 173 da Constituição.
São isentos do recolhimento da contribuição social do salário-educação: - a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, suas respectivas autarquias e fundações; - as instituições públicas de ensino de qualquer grau; - as escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas devidamente registradas e reconhecidas pelo competente órgão de educação, e que atendam ao disposto no inciso II do artigo 55 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991; - as organizações de fins culturais que, para este fim, vierem a ser definidas em regulamento; e - as organizações hospitalares e de assistência social, desde que atendam, cumulativamente, aos requisitos estabelecidos nos incisos I a V do artigo 55 da Lei nº 8.212/1991.
A contribuição social do salário-educação está prevista no artigo 212, § 5º, da Constituição Federal, regulamentada pelas leis nºs 9.424/96, 9.766/98, Decreto nº 6003/2006 e Lei nº 11.457/2007. É calculada com base na alíquota de 2,5% sobre o valor total das remunerações pagas ou creditadas pelas empresas, a qualquer título, aos segurados empregados, ressalvadas as exceções legais, e é arrecadada, fiscalizada e cobrada pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério da Fazenda (RFB/MF).
São contribuintes do salário-educação as empresas em geral e as entidades públicas e privadas vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social, entendendo-se como tal qualquer firma individual ou sociedade que assuma o risco de atividade econômica, urbana ou rural, com fins lucrativos ou não, sociedade de economia mista, empresa pública e demais sociedades instituídas e mantidas pelo poder público, nos termos do § 2º, art. 173 da Constituição.
São isentos do recolhimento da contribuição social do salário-educação: - a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, suas respectivas autarquias e fundações; - as instituições públicas de ensino de qualquer grau; - as escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas devidamente registradas e reconhecidas pelo competente órgão de educação, e que atendam ao disposto no inciso II do artigo 55 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991; - as organizações de fins culturais que, para este fim, vierem a ser definidas em regulamento; e - as organizações hospitalares e de assistência social, desde que atendam, cumulativamente, aos requisitos estabelecidos nos incisos I a V do artigo 55 da Lei nº 8.212/1991.
“Ser cidadão significa ser sujeito de direitos e deveres. Cidadão é, pois, aquele que este capacitado da vida da cidade literalmente e, extensivamente, da vida da sociedade (...); ser cidadão significa, portanto, participar ativamente da vida em sociedade moderna, isto é, da sociedade cujo centro de gravitação é a cidade”. Saviani.
Compete ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) a função redistributiva da contribuição social do salário-educação. Do montante arrecadado é deduzida a remuneração da RFB, correspondente a 1% (um por cento), a título de taxa de administração. O restante é distribuído em cotas pelo FNDE, observada em 90% (noventa por cento) de seu valor a arrecadação realizada em cada estado e no Distrito Federal, da seguinte forma:
- cota federal – correspondente a 1/3 do montante dos recursos, é destinada ao FNDE e aplicada no financiamento de programas e projetos voltados para a educação básica, de forma a propiciar a redução dos desníveis sócio-educacionais entre os municípios e os estados brasileiros.
- cota estadual e municipal – correspondente a 2/3 do montante dos recursos, é creditada mensal e automaticamente em favor das secretarias de educação dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para o financiamento de programas, projetos e ações voltados para a educação básica.
- cota federal – correspondente a 1/3 do montante dos recursos, é destinada ao FNDE e aplicada no financiamento de programas e projetos voltados para a educação básica, de forma a propiciar a redução dos desníveis sócio-educacionais entre os municípios e os estados brasileiros.
- cota estadual e municipal – correspondente a 2/3 do montante dos recursos, é creditada mensal e automaticamente em favor das secretarias de educação dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para o financiamento de programas, projetos e ações voltados para a educação básica.
A cota estadual e municipal da contribuição social do salário-educação é integralmente redistribuída entre os estados e seus municípios, de forma proporcional ao número de alunos matriculados na educação básica das respectivas redes de ensino apurado no censo escolar do exercício anterior ao da distribuição.
Os 10% restantes do montante da arrecadação do salário-educação são aplicados pelo FNDE em programas, projetos e ações voltados para a educação básica.
Os 10% restantes do montante da arrecadação do salário-educação são aplicados pelo FNDE em programas, projetos e ações voltados para a educação básica.
Fonte de Imagens Google
Repatriação Cultural Revolucionaria dos Direitos Humanos no Brasil
Repatriação Cultural Revolucionaria dos Direitos Humanos no Brasil
No Brasil existem indivíduos vivendo sob circunstâncias desumanas sem oportunidades que sejam definitivamente responsáveis pela dignidade humana, fato que se origina de uma reprodução que pela historia segue-se por anos desde sua colonização. Nós brasileiros que tomamos por direito nosso país não poderemos deixar que seu povo continue sendo oprimido pelo incessante poder capitalista que gera capital para simplesmente manter tratados governamentais de empresas privadas que controlam sua produção e exporta para outros países suas principais fontes naturais de alimentos e energia, enquanto sua nação ainda segue ferida de miséria e pobreza. Esse quadro de injustiça percorre todo Brasil por todos os estados, a violência é um das principais conseqüências sociais encontradas nos conflitos incessantes em favelas e periferias realizadas de forma gritante e crescente, criando desigualdades sociais que produzem o crime organizado e esferas de violência. A escravização e prisão do capitalismo tornam-se, responsável pela fonte de revolta e distorção dos valores sociais que mobilizam uma grade sem resolução ou resposta. Por sua vez cresce pelo Brasil organizações sociais culturais e educacionais, que buscam interferir na formação dos indivíduos mais não são capazes de gerar sustentabilidade para as ações desde próprios indivíduos para suas próprias vidas, mesmo que a violência seja despercebidamente controlada por ações sociais elas por si próprias não podem mudar a realidade que envolve a vida desses indivíduos sem oportunidade de criar por si próprio. Dessa forma faça-se necessário não apenas formar para a vida, mais sim ter a certeza que esses próprios indivíduos poderão viver de forma digna e com direitos básicos para a vida. No Brasil existe por todo país fontes de terra, água, e energia que deve ser utilizado para alimentar seu povo e dar a ele estrutura física para que por sua vez ele possa através de suas próprias mãos, cultura, formar-se, e produzir de forma justa o que chamamos de sociedade, “Repatriação do Brasil Agora!”. O grito de revolução que devolve ao brasileiro o Brasil, sua pátria que produz para seu povo ter dignidade e acabarem por sua vez com a fonte de conflito e violência que injustamente é responsável por mortes todos os dias. Esses indivíduos oprimidos que vivem na miséria ou sob circunstancias desumanas terão formas sustentáveis básicas para viver e para que por sua vez possa produzir para si e para seu país, fortalecendo ações ambientais sustentáveis utilizando-se das fontes de seu país repatriando como direito de todos o que é produzido gerando capital, emprego e moradia para aqueles indivíduos oprimidos pelo poder do capitalismo que predomina como única forma econômica no Brasil e no mundo. A economia de um país não pode por sua vez ser o principal opressor responsável pela destruição da formação digna da vida, dos valores humanos e culturais de seu povo, que incessantemente busca por toda sua vida sobreviver e que apenas necessita de justiça pelo direito de devolver a si o que é de direito seu. A revolução unificará a todos como brasileiros, valor ao trabalho para a dignidade de seu povo, fomentando força e responsabilidade civil de interesse publica capaz de gerar capital e através da justiça sob seu povo, à formação da idéia de revolução cultural que será responsável pela definitiva destruição das desigualdades humanas e miséria de um povo que lutará até o dia da vitória e libertação justa e eficaz, sem distinção de cor ou etnia.
Rafael Torres
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